Padrinho/Madrinha de batismo mudou de denominação religiosa, o que fazer?

Quando uma criança vai ser batizada na Igreja, os pais escolhem pessoas idôneas, que têm laços fortes de confiança com a família, para serem padrinhos e madrinhas deste catecúmeno. Esses homens e mulheres zelarão pelo ensinamento das verdades de fé do cristão católico.

Os padrinhos e as madrinhas são os pais e as mães da criança na fé. Por isso mesmo, não se aceitam pessoas que professem outra fé que não seja a católica. Como podemos encontrar no Direito Canônico: “Para que alguém seja admitido para assumir o encargo de padrinho, é necessário que: seja católico, confirmado, já tenha recebido o santíssimo sacramento da Eucaristia e leve uma vida de acordo com a fé e o encargo que vai assumir”. (Cân. 874, § 1, 3°).

As pessoas de outras denominações podem ser admitidas como testemunhas do batismo, mas nunca como padrinhos devido à impossibilidade de se cumprir a missão de inserção na fé católica. (Cf. Cân. 874, § 2).

“…quando acontece de os padrinhos ou as madrinhas abandonarem a fé católica, não se é permitido escolher outros. Afinal, o batismo é dado uma vez só e por toda a vida”.

Mas quando acontece de os padrinhos ou as madrinhas abandonarem a fé católica, não se é permitido escolher outros. Afinal, o batismo é dado uma vez só e por toda a vida. “Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo. Há um só Deus e Pai de todos, que atua acima de todos, por todos e em todos”. (Ef 4,5-6).

Os padrinhos e as madrinhas são aqueles que compareceram no dia da celebração do batizado. Por isso, é muito importante escolher com serenidade aqueles e aquelas que ajudarão a educar os filhos na fé. É importante que não se pense em padrinhos e madrinhas para dar presentes. A missão deles é muito maior. Caso os padrinhos e madrinhas abandonem a fé católica, os pais devem continuar com a missão essencial que lhes cabe, mais do que a dos padrinhos: serem os primeiros a educar os filhos na fé.

Catequistas, membros da Igreja, amigos e amigas, parentes ou pessoas que vivem uma fé coerente e de participação na comunidade podem “apadrinhar” essas crianças que ficarem sem a presença dos padrinhos e madrinhas de batismo, mas como um gesto simbólico de fé e de comunhão.

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