A Alegria do Amor: Guiar os noivos no caminho de preparação para matrimônio

Queridos noivos, tende a coragem de ser diferentes, não vos deixeis devorar pela sociedade do consumo e da aparência. O que importa é o amor que vos une, fortalecido e santificado pela graça. Exortação Apostólica Pós-sinodal Amoris Laetitia [212]

A Alegria do Amor Guiar os noivos no caminho de preparação para matrimônio 28.06.16

Foto: Pixabay

Na recente Exortação Apostólica do Papa Francisco, Amoris Laetitia – A alegria do amor, o matrimônio é apresentado como vocação e caminho para santidade. O texto de nove capítulos traz a riqueza no qual o Santo Padre recolhe os resultados de dois Sínodos dos Bispos sobre a família ocorridos em 2014 e 2015.

É uma Exortação pós-Sinodal ampla com mais de 300 parágrafos e que nos primeiros 7 evidencia a complexidade do tema. Uma das importantes partes do texto trata da preparação para o matrimônio, abordada no sexto capítulo.

Acompanhamento nos primeiros anos da vida matrimonial

O bispo de Camaçari (BA) e membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, Dom João Carlos Petrini, explica que é preciso guiar os noivos no caminho de preparação para o matrimônio e ajudar os jovens a descobrir o valor e a riqueza do casamento.

“É necessária uma preparação remota, que comece desde a catequese do crisma, no grupo de jovens, nas diversas comunidades. Que se comece a mostrar a boa notícia da família, o evangelho da família”, afirmou Dom Petrini.

Aprender a amar alguém não é algo que se improvisa, nem pode ser o objetivo dum breve curso antes da celebração do matrimônio. Na realidade, cada pessoa prepara-se para o matrimônio, desde o seu nascimento. Tudo o que a família lhe deu, deveria permitir-lhe aprender da própria história e torná-la capaz de um compromisso pleno e definitivo.(Exortação Apostólica Pós-sinodal Amoris Laetitia [208])

Essencialmente o texto traz a beleza e as alegrias do casamento, onde o Papa Francisco insiste nos aspectos positivos do matrimônio. Segundo Dom Petrini, temos que recuperar e transmitir o acolhimento do amor humano vivido e partilhado em família para construir algo duradouro.

A preparação dos que já formalizaram o noivado, quando a comunidade paroquial consegue acompanhá-los com bom período de antecipação, deve dar-lhes também a possibilidade de individuar incompatibilidades e riscos. Assim é possível chegarem a dar-se conta de que não é razoável apostar naquela relação, para não se expor a um previsível fracasso que terá consequências muito dolorosas. (Exortação Apostólica Pós-sinodal Amoris Laetitia [209])

A12 / Polyana Gonzaga

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