Blog Comunidade Mãe Imaculada

Bispos de Nova Iorque: casamento não pode mudar

Os bispos de Nova Iorque afirmaram que podem continuar ridicularizando suas crenças sobre o casamento, mas que nenhuma legislatura pode mudar o que é o matrimônio.

Uma declaração dos prelados, da última sexta-feira, respondeu à última votação (33-29), que fará que Nova Iorque seja o sexto Estado da União a aprovar o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

“A passagem pelo poder legislativo de um projeto de lei que altera radicalmente e para sempre a compreensão histórica da humanidade do casamento nos deixa profundamente tristes e preocupados”, escreveram os bispos em uma declaração assinada pelo arcebispo Thimothy Dolan, de Nova Iorque, e outros sete bispos.

Os prelados reafirmaram o ensinamento da Igreja de “tratar nossos irmãos e irmãs homossexuais com respeito, dignidade e amor”.

“Mas – dizem – nós afirmamos categoricamente que o casamento é a união de um homem e uma mulher em uma duradoura e amorosa união que está aberta aos filhos, ordenada pelo bem dos filhos e dos próprios esposos.”

“Esta definição não pode mudar, apesar de que nossas crenças sobre a natureza do casamento sejam ridicularizadas continuamente, e de que alguns pretendam sancionar as igrejas e organizações religiosas que pregam estas verdades eternas”, acrescentaram.

Os bispos lançaram um apelo à sociedade para “recuperar o que parece ter perdido: um verdadeiro entendimento do significado e do lugar do casamento, como foi revelado por Deus, baseado na natureza e respeitoso dos princípios fundacionais dos Estados Unidos”. 

Zenit.org

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Assessores da PU do Regional Nordeste 3 fazem encontro em Feira de Santana

Um aprofundamento no caminho de quem trabalha pela implantação da Pastoral Universitária (PU) em suas dioceses. Esta é a definição para o Encontro de Assessores da Pastoral Universitária do Regional Nordeste 3.

Em sua segunda edição, o evento acontecerá de 8 a 10 de julho, no Centro Diocesano Papagaio, em Feira de Santana, e tem como meta estimular e apontar novos caminhos para o trabalho de evangelização nas instituições de ensino superior.

O encontro terá início às 8h e contará com a presença de professores-assessores, como o Professor Luciano Santos, da UNEB de Salvador, e a assessora nacional do Setor Universidades da CNBB, a Ir. Eugenia Lloris.

As inscrições podem ser feitas através do site e custam R$50,00. Mais informações, entrar em contato com o Pe. Carlos André, coordenador da PU Arquidiocesana pelo telefone (71) 99844275 ou através do e-mail culturauniversitaria@gmail.com

Arquidiocese de Salvador

Católicos podem manifestar-se contra o desrespeito à fé realizado na parada gay em São Paulo

Um grupo de leigos católicos no Brasil defendeu o direito que lhes corresponde para protestar contra as ofensas e o vilipêndio de imagens e símbolos sagrados por parte de homossexuais na última parada gay em São Paulo, pois atentou contra o Artigo 208 do Código Penal Brasileiro que considera um crime vilipendiar publicamente um ato ou objeto de culto religioso.

Segundo os editores do site, “o que houve na Avenida Paulista durante a “Parada LGBT” foi um ataque, um deboche e vilipêndio do ensinamento moral da Igreja, que considera – sendo fiel à Revelação – os atos homossexuais intrinsecamente maus”.

O evento, explicam os organizadores da página votocatólico, teve como tema um versículo do Evangelho de São João manipulado – “Amai-vos uns aos outros: basta de homofobia!” – colocou 170 cartazes em postes ao longo da avenida Paulista, com modelos masculinos representando santos católicos como se fossem homossexuais, seminus e em posturas eróticas, ao lado das mensagens: “Nem santo te protege” e “Use camisinha”.

Para o Doutor Valmor Bolan, perito em Sociologia e conselheiro da Organização Universitária Interamericana (OUI-IOHE ) no Brasil e membro da Comissão Ministerial do Prouni (CONAP), “O fato mais chocante da parada gay deste ano, foi a forma como se apropriaram de uma frase (fora de contexto) do Evangelho, para insinuar que o amor proposto por Jesus seria também gay. E ainda mais usando imagens sagradas de santos católicos para ainda fazer as pessoas concluírem que tais santos eram  gays. Tudo isso pode se resumir numa palavra pouco mencionada hoje em dia, mas tratou-se de um sacrilégio”.

Depois de afirmar que o fato foi uma clara provocação e um desrespeito à Igreja e às práticas religiosas milhões de brasileiros, considerando estas manifestações como “um ataque, deboche e vilipêndio do ensinamento moral da Igreja, os organizadores da iniciativa laical votocatólico recordam que o artigo 208 do código pena considera como crime “escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso. Pena – detenção de um mês a um ano, ou multa”.

“O fato se torna ainda mais grave pelo fato de a Parada receber financiamento público, especialmente dos Ministérios da Cultura e da Saúde, da Petrobrás, da Caixa Econômica Federal e da Prefeitura de São Paulo. Consideramos que se este episódio passar despercebido, outros mais graves virão”, denunciaram.

Assim, o site católico lança o seguinte convite:
“Se você sentiu-se ofendido e agredido na sua fé com os cartazes desrespeitosos à fé católica na “Parada LGBT”, convidamos a queixar-se com as entidades governamentais que financiaram o evento, manifestar sua inconformidade com as empresas patrocinadoras do evento e entrar em contato com as procuradorias regionais dos direitos dos cidadãos.

Para ver o artigo completo do Dr. Valmor Bolan e manifestar-se contra o desrespeito à fé ocorrido na parada gay, visite:
http://www.votocatolico.com.br/

Acidigital

Parlamento da Polônia começa a discutir hoje a proibição total do aborto

A Polônia iniciou essa semana um fato histórico: um debate, na Câmara Baixa de seu parlamento, a respeito de um projeto de lei que proíbe todo tipo de aborto, iniciativa impulsionada pela fundação Pró, de Varsóvia, e que contou com o apoio dos bispos do país e de um recém-formado comitê parlamentar pró-vida.

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Além das figuras já citadas, o projeto de lei teve um maciço apoio popular. Conforme estabelece o atual sistema político do país, eram necessárias 100 mil assinaturas de cidadãos em um prazo de três meses para que a discussão fosse levada ao Parlamento. Em um surpreendente resultado, foram obtidas 600 mil em 2 semanas.

Apesar de uma certa campanha contrária da mídia, o projeto seguiu seu caminho rumo ao Parlamento, já que o aborto é fortemente impopular no país, de grande tradição católica. Além disso, existe a história de como as práticas abortivas foram permitidas na Polônia. Segundo o representante da fundação Pró, Jacek Sapa, elas remetem à Hitler.

Posteriormente, explica Sapa, elas foram apoiadas pelos regimes comunistas subsequentes, que em nível estatal, promoviam o “aborto-em-domicílio”. Neste sentido, afirma o representante, a proibição total do aborto faz parte da inciativa de um movimento existente no país, que busca romper com o legado comunista polonês.

“Este projeto é uma oportunidade para rechaçar finalmente a herança do nazismo e do comunismo, que tornou o aborto legal na Polônia pela primeira vez” disse Sapa à LifeSiteNews. “Foram Hitler e Stalin que impulsionaram aos polacos e já é hora de que nos afastemos claramente destas ideologias fatais”, destacou.

Sobre o projeto de lei, o arcebispo de Cracóvia, Cardeal Stanislaw Dziwisz, assistente pessoal do Papa João Paulo II durante seu pontificado, afirmou que esta “é uma solução que a Igreja pede. Estou a favor de todos os esforço encaminhados a melhorar a proteção da vida humana”.

Gaudium

Papa felicita L’Osservatore Romano pelos 150 anos de existência

Giovanni Maria Vian

“Um jornal de ideias, órgão de formação e não somente de informação”. É assim que Bento XVI define o L’Osservatore Romano. Por ocasião do aniversário de 150 anos do periódico vaticano, o Papa enviou uma mensagem ao diretor, Giovanni Maria Vian, recordando o “longo e significativo caminho” que o cotidiano celebra neste 1º de julho.

O Papa pede que se mantenha fielmente a missão desenvolvida neste um século e meio de história, ao mesmo tempo que oferece indicações fortes acerca do caminho a seguir de agora em diante.

“Atenção ao horizonte cristão, ao irreversível compromisso ecumênico das diversas Igrejas e comunidades eclesiais, à busca constante de amizade e colaboração com o judaísmo e outras religiões, ao debate e confronto cultural, à voz das mulheres, aos temas bioéticos que apresentam questões de todo decisivas”, escreve o Pontífice.

Uma vez que a época atual é marcada pela falta de pontos de referência e pela remoção de Deus do horizonte de muitas sociedades, inclusive aquelas de antiga tradição cristã, o L’Osservatore Romano deve consolidar-se como órgão de formação e fomento de ideias, fazendo também tornar-se conhecido o Magistério dos Papas.

O Santo Padre também recorda em sua mensagem o contexto em que surgiu o periódico, de reconfiguração das relações políticas entre Igreja e Estado. Da mesma forma, lembra os totalitarismos, Grandes Guerras e o Comunismo que afetaram o século XX e apresentaram desafios à cobertura jornalística do jornal oficial do Vaticano.

O jornal lançou recentemente um site, disponibilizando as suas várias edições, tanto a diária, em italiano, como as semanais, em seis línguas, incluindo o português.

CN

Religiosas em missão estão na intenção missionária do Papa para julho

O Apostolado da Oração apresentou hoje as intenções de oração do Papa Bento XVI para o mês de julho, que tem início amanhã. As intenções dividem-se, como de praxe, em intenção geral e intenção missionária.

“Para que os cristãos contribuam para aliviar, especialmente nos países pobres, o sofrimento material e espiritual dos doentes de Aids” é a intenção geral do Papa, informa o Apostolado.

A intenção missionária do mês, por sua vez, é dedicada às religiosas em missão: “Para as religiosas que trabalham nos territórios de missão, a fim de que sejam testemunhas da alegria do Evangelho e sinal vivente do amor de Cristo”.

Gaudium

Bento XVI entrega premio a teólogos

O papa Bento XVI entregou hoje o Prêmio Ratzinger a três teólogos, em uma cerimônia realizada na Sala Clementina, no Vaticano.

Os contemplados são Manlio Simonetti, leigo italiano estudioso da antiga literatura cristã e Patrologia; padre Olegario González de Cardedal, espanhol docente em Teologia Sistemática; e Maximilian Heim, abade alemão do Monastério de Heiligenkreuz, na Áustria. Eles receberam um diploma e um reconhecimento no valor de 50 mil euros.

O prêmio, que está em sua primeira edição, foi instituído pela Fundação Vaticana Joseph Ratzinger – Bento XVI.

Durante a cerimônia de entrega, o Papa reconheceu que a ciência proporcionou “inegáveis progressos”, mas disse que ela encontra um limite em Deus, que não pode ser objeto de experimentação.

“A razão experimental, hoje, aparece amplamente como única forma de racionalidade declarada científica. Ou seja, o que não pode ser cientificamente comprovado ou falsificado cai fora do âmbito científico”, observou o Pontífice.

“Deus não é um objeto da experimentação humana. Ele é sujeito e se manifesta apenas na relação de pessoa com pessoa. Ele faz parte da essência”, explicou Bento XVI.

O Papa também elogiou o trabalho dos teólogos, dizendo que a teologia não é algo do passado. Segundo o Pontífice, este ramo de estudo é um “desafio” que implica “humildade”.

Citando questionamentos como “ciência não é, talvez, o contrário da fé?”, “a fé não acaba quando se torna ciência?” e “a ciência não deixa de ser ciência quando é subordinada à fé?”, o Papa afirmou que estas dúvidas já eram um “sério problema” para a teologia medieval e se tornaram ainda mais incisivas na modernidade.

ANSA