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Picharam um lema pró-aborto na igreja, mas a resposta do padre foi sensacional

Reprodução/Facebook

“Aborto Livre, para Maria também”, foram as palavras que um abortista anônimo escreveu na parede da igreja, sem esperar que o pároco publicasse uma resposta que viralizou no Facebook”

“Aborto Livre, para Maria também”, foram as palavras que um abortista anônimo escreveu na parede da igreja de São Miguel Arcanjo e Santa Rita, em Milão (Itália), sem esperar que o pároco, através do Facebook da paróquia, publicasse uma resposta que algumas horas depois se tornou viral.

O autor da resposta à propaganda abortista foi o Pe. Andrea Bello e ocorreu na periferia do sul de Milão.

“Querido escritor anônimo de muros”, começou o sacerdote. “Sinto muito que não tenha seguido o exemplo da tua mãe. Ela foi corajosa. Concebeu-te, seguiu em frente com a tua gestação e te deu à luz. Poderia ter te abortado. Mas não fez isso”, acrescentou.

A tua mãe “te criou, alimentou, lavou a tua roupa. E agora você tem uma vida e é livre. Uma liberdade que está usando para nos dizer que seria melhor também que pessoas como você não deveriam estar neste mundo. Sinto muito, mas eu não concordo”.

“Admiro muito a tua mãe porque ela foi corajosa. E ainda é, porque, como toda mãe está orgulhosa do filho, mesmo que ele se comporte mal, porque sabe que dentro dele há uma boa pessoa”, acrescentou.

O sacerdote recordou ao autor anônimo que “o aborto é o ‘sem sentido’ de todas as coisas. É a morte que vence a vida. É o medo que vence um coração, que quer lutar e viver, não quer morrer. É escolher quem tem o direito de viver e quem não tem, como se fosse um direito simples”.

“É uma ideologia que vence uma humanidade, a qual querem impedir de ter esperança. Toda a esperança”, expressou.

Por isso, “admiro todas as mulheres que com muitas dificuldades têm a coragem de seguir em frente. Evidentemente, você não tem coragem, pois permanece anônimo”.

Entretanto, o Pe. Andrea assinalou que, aproveitando esta oportunidade, “também gostaria de dizer que o nosso bairro já passou por tantos problemas e não precisa de pessoas que sujem as paredes e que arruínem as coisas bonitas que nos restam”.

“Você quer ser corajoso? Melhore o mundo em vez de destruí-lo. Ame em vez de odiar. Ajude aqueles que sofrem a suportar as suas dores. E dê a vida em vez de tirá-la! Estes são os verdadeiros corajosos!”, expressou o sacerdote.

“Felizmente o nosso bairro, que você destrói, está cheio de pessoas corajosas! que também sabem te amar, que não sabem nem o que você escreve!”. “Eu assino: Pe. Andrea”, concluiu o post do Facebook.

Liber News

 

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CNBB lança inscrições para os Prêmios de Comunicação para a edição 2017/2018

CNBB lança inscrições para os Prêmios de Comunicação para a edição 2017/2018

A Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) abre, nesta sexta-feira, 22 de setembro, o período de inscrições para os Prêmios de Comunicação da entidade que se estende até o dia 31 de janeiro de 2018. Cinco prêmios contemplam obras e profissionais no campo do Rádio, do Cinema, da TV, da Imprensa e da Internet.

Segundo Padre Rafael Vieira, membro da assessoria da Comissão e coordenador da Assessoria de Imprensa da CNBB, nesta edição, a 51ª da história dos Prêmios, a grande novidade é que o candidato vai fazer todo o processo online, isto é, não terá mais a necessidade de enviar material por vias postais. Em qualquer dia, hora e lugar, o interessado poderá acessar o hotsite dos prêmios que terá um banner fixo no site oficial da CNBB (www.cnbb.org.br) e realizar sua inscrição preenchendo todos os requisitos do formulário proposto.

É importante que cada fase do processo seja respeitada para o êxito da Inscrição: leitura e a aceitação das normas apresentadas no Regulamento/Edital; apresentação do trabalho que irá concorrer aos prêmios com resumo da obra e informações sobre o autor; e, finalmente, o upload ou apresentação de link do trabalho. Para quem quiser se dirigir diretamente ao hotsite, o endereço é o seguinte: http://premioscomunicacao.cnbb.org.br.

Os Prêmios

 

Pe. lembra que se trata de Prêmios semelhantes a outros concedidos por instituições brasileiras, mas com uma distinção: “os Prêmios da CNBB foram nascendo de acordo com a percepção do episcopado sobre a importância em se destacar obras e pessoas em cada um dos campos da comunicação”. “Eles são frutos de decisões dos bispos diante do desenvolvimento da comunicação e das suas implicâncias na vida dos brasileiros”, afirma.

O primeiro prêmio criado pela Conferência, o “Margarida de Prata”, que contempla obras e realizadores do Cinema, segundo Pe. Rafael, nasceu num tempo e num ambiente de plena efervescência cultural e de transformação quando as grandes telas eram grandemente responsáveis por levar uma mensagem de conscientização social e política ao público. “A primeira cerimônia de premiação aconteceu no prédio da Mitra Arquidiocesana do Rio de Janeiro, onde funcionava a CNBB, em 1967, reunindo pessoas engajadas em movimentos que buscavam transformação”, sublinhou.

Apesar do Rádio ter sido grandemente celebrado nas três décadas anteriores, somente em 1989, o organismo que, naquela época, cuidava dos meios de comunicação católicos no Brasil, a UNDA, criou o “Microfone de Prata” e que foi, posteriormente, passado para a gestão da CNBB. Pe. Rafael lembra que “o Rádio tem uma história fantástica de serviços à missão da Igreja no país inteiro e um prêmio dedicado a esse veículo é uma grande homenagem prestada por parte do episcopado”. Atualmente, a entidade que dá suporte na fase de escolha das obras é a Rede católica de Rádio (RCR).

O terceiro prêmio criado pela CNBB, o prêmio de Imprensa “Dom Helder Câmara” se deu por força de uma festa jubilar, em 2002, quando a Conferência completava 50 anos de existência. “Tratou-se de uma iniciativa que reunia duas dimensões da festa daquele cinquentenário: era o reconhecimento da Imprensa como grande parceira de missão da Conferência dos Bispos e uma justa homenagem a um dos seus fundadores que também foi um grande personagem recente do País e que sempre valorizou o trabalho dos meios de comunicação”, disse Pe. Rafael. O prêmio de Imprensa, no ano passado, destacou a reportagem “Terra bruta”, do jornal “O Estado de São Paulo” que mostrava a dura realidade da luta pela terra no interior do Brasil.

O prêmio de TV, “Clara de Assis”, criado em 2005, surgiu num momento em que o mundo inteiro passou pela experiência de testemunhar uma façanha global da TV ao levar para os lares de todo o planeta, os funerais do Papa João Paulo II. A cobertura do “Jornal Nacional” da Rede Globo foi um dos seus primeiros ganhadores e o jornalista Willian Bonner foi aos estúdios da Rede Vida, em Brasília, para receber o Prêmio da CNBB. Pe. Rafael, que estava presente na ocasião quando recebeu o Prêmio de Rádio pela direção do Jornal “Brasil Hoje” da RCR, lembra aquele dia: “mostraram cenas da Globo e todos os presentes ainda viviam as emoções daquele verdadeiro evento planetário e o fato de uma das mais importantes redes de TV do mundo ter enviado representante para receber a estatueta foi um sinal de prestígio e um belo começo da premiação de TV”.

O último prêmio criado pela CNBB foi o ano passado e, conforme disse Pe. Rafael, foi uma resposta que os bispos queriam ter dado muitos anos antes ao fenômeno da rede mundial dos computadores. O prêmio “Dom Luciano Mendes de Almeida”, portanto, fecha o ciclo de grandes homenagens da CNBB às mídias antigas e novas de modo que o universo da comunicação esteja contemplado pelo olhar do episcopado.

A última edição

 

Por meio de uma parceria com a Associação Filhos do Pai Eterno (Afipe) de Trindade (GO), a cerimônia de entrega dos prêmios do ano passado foi gravada num antigo cinema da cidade. Os bispos compareceram por meio da Presidência, da Comissão de Comunicação e de boa parte dos membros do Regional Centro Oeste da CNBB. Além dos bispos, centenas de membros da paróquia local, agentes da pastoral da Comunicação e devotos do Divino Pai Eterno participaram da festa.

A edição cinquentenária dos Prêmios da Conferência ofereceu uma Menção Honrosa para simbolizar uma homenagem a todos os ganhadores – pessoas e obras de cinema – nas últimas cinco décadas: o crítico e professor de Cinema, Miguel Pereira, da PUC do Rio de Janeiro, o diretor Silvio Tendler, as atrizes Fernanda Montenegro e Dira Paes e o ator Rodrigo Santoro. Eles receberam o troféu “Ir. Dorothy Stang” das mãos do cardeal arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta.

Edição atual
Padre Rafael afirmou que ele e padre Antônio Xavier, também assssor, bem como toda a Comissão de Comunicação, presidida pelo arcebispo de Diamantina (MG), dom Darci José Nicioli, e que conta também com a presença de dom Devair Araújo e dom Roque Sousa, bispos auxiliares de São Paulo e do Rio de Janeiro respectivamente, estão empenhados na divulgação das inscrições para a edição do ano que vem: “Teremos, na prática, um pouco mais de quatro meses para mobilizar o Brasil inteiro. Sonhamos que nesta edição mais pessoas se interessem em apresentar seus bons trabalhos para serem apreciados pelos júris de especialistas e dos bispos. Os escolhidos, no final do processo, na verdade serão representantes de todos os que participarem mostrando que se pode fazer comunicação, com arte e competência, evidenciando valores humanos e cristãos”.

A modalidade online vai facilitar o processo e facilitar a inscrição de todos os interessados. Um aspecto que precisa ser esclarecido, segundo padre Rafael, é que os Prêmios de Comunicação da CNBB não foram criados para apenas indicar bons trabalhos feitos no interior das paróquias e dioceses, mas em todo o conjunto da sociedade brasileira. “os trabalhos feitos pelos católicos são alegremente acolhidos e julgados, mas há também muita alegria por parte dos organizadores dos Prêmios em acolher trabalhos feitos em ambientes não confessionais mostrando que valores legítimos e que engrandecem a vida humana cabem em todas as mentes e corações”, conclui.

CNBB

Terremoto no México: castigo de Deus contra os católicos?

Bispo responde a um pastor protestante que incentivou os católicos a mudarem de religião depois que o terremoto causou estragos em várias igrejas

Depois do terremoto de 7 de setembro, que castigou fortemente uma parte importante do México, causando prejuízos nos estados de Chiapas e Oaxaca, começaram a circular nas redes sociais vários vídeos e mensagens de pregadores que asseguram a proximidade do fim do mundo e se referem a um suposto “aborrecimento” de Deus contra a Igreja Católica. Diante dos comentários, o bispo de San Cristobal de las Casas, monsenhor Felipe Arizmendi, viu-se na necessidade de se posicionar sobre a situação.

Ignorância

O bispo lembrou os prejuízos causados pelo terremoto de 8.2 graus na escala Richter, que provocou a morte de mais de cem pessoas, deixou milhares de casas, escolas e centros de saúde destruídos e derrubou ou danificou templos religiosos dos séculos XVI e XVII. O monsenhor ainda explicou que os prejuízos às igrejas foram usados como pretexto por um pastor protestante de Chiapas – considerado o estado menos católico do país – para difundir a ideia de que o terremoto é uma prova de que Deus não quer a Igreja Católica, e que, por isso, a população católica deveria mudar de religião.

Arizmendi referiu-se a este fato como uma grande “ignorância”, pois, segundo ele, “templos protestantes também foram derrubados e morreram vários evangélicos”, principalmente na Costa de Chiapas, onde mais se sentiu o efeito devastador do terremoto.

O bispo, que convocou as autoridades a restaurar os templos, pois são propriedades da federação, deixou claro que não foi um tremor seletivo de Deus contra os católicos. “Todos somos pecadores e quem diz que não é comete dois pecados graves: a mentira e o orgulho”.

Ele assegurou também que o terremoto não é uma prova do fim do mundo, como os outros pregadores afirmam. “Os cientistas explicam este terremoto como um movimento brusco da placa tectônica chamada de Cocos nas praias de Chiapas, que é parte de uma falha que vem desde a Califórnia. É algo natural, não um castigo de Deus”, afirmou.

Onde está a Igreja? 

O bispo disse que, devido ao noticiário da televisão mostrar apenas o que o governo está fazendo, algumas pessoas se perguntam: onde está a Igreja? A esse respeito, ele esclareceu: “Passamos por inundações e outros fenômenos e é a nossa gente da Igreja a primeira a ajudar, pois estamos no meio do povo e chegamos aonde não chega o governo nem a televisão. Sou testemunha da ajuda mútua, fraterna e imediata de vizinhos, das famílias, dos catequistas, dos paroquianos, da fundação Caritas e dos agentes de pastorais, embora tudo isso não passe na televisão. Que sua mão esquerda não saiba…”

Arizmendi ainda afirmou que “o terremoto não é castigo de Deus, mas uma advertência: não somos deuses, somos fracos e em qualquer momento podemos morrer. As coisas pelas quais lutamos, como uma boa casa, um carro novo e uma televisão grande passam e, em um instante, ficam reduzidas a nada. Por isso é preciso apreciar o que é mais valioso, ou seja, Deus, a família, as boas relações, o serviço à comunidade. Isso não passa, não é destruído; isso dura para sempre”.

Solidariedade

Por fim, o bispo assegurou que os estados afetados têm recebido a solidariedade nacional e internacional, pela qual “agradecemos de coração”.

Ele destacou também o trabalho de milhares de voluntários, os serviços das diferentes instâncias do governo, assim como do Exército Mexicano. Mas lamentou que existam “políticos que aproveitam da desgraça para conseguir votos”, bem como “pessoas que se limitam a ver de longe o sofrimento alheio e criticam a todos, mas não movem uma palha para ajudar os que ficaram sem nada”.

Arizmendi convidou os fiéis a fazer doações para as vítimas do terremoto e a orar, “porque a oração tem uma força incrível”.

ATUALIZAÇÃO: no dia 19 de setembro, outro terremoto, desta vez de magnitude 7.1 graus na escala Richter, atingiu a Cidade do México. Mais de duzentas pessoas morreram e pelo menos 45 edifícios ficaram destruídos.

Aleteia

Pastor pede perdão a católicos por ter ofendido Nossa Senhora Aparecida

Em rede nacional, durante transmissão de seu culto no último domingo, 17 de setembro, o pastor Agenor Duque pediu perdão aos católicos pelo episódio em que comparou a imagem de Nossa Senhora Aparecida a uma garrafa de coca-cola e incentivou a quebrá-la.

A retratação do líder protestante aconteceu após um encontro com o Deputado federal católico Flavinho no dia 15 de setembro, quando conversaram sobre o fato que gerou rechaço de muitos católicos.

Em agosto, circulou nas redes sociais o vídeo de um culto no qual o pastor Agenor aparece com uma garrafa de coca-cola na mão, a qual compara com a imagem da Padroeira do Brasil e profere insultos contra ela, incentivando as pessoas a jogar fora suas imagens de santos.

Após a divulgação deste vídeo, o Deputado Flavinho chegou a acionar o Ministério Público de São Paulo, pois, conforme explicou na ocasião, o ato do pastor configurava “dois crimes: vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso e de racismo”, uma vez que fez referência à cor escura da coca-cola para se referir à cor da imagem da Padroeira do Brasil.

Entretanto, no dia 15 de setembro, Flavinho fez uma transmissão ao vivo por meio de sua página no Facebook na qual apareceu ao lado do pastor Agenor Duque, que o convidou a ir à Igreja Plenitude do Poder de Deus para conversarem sobre o fato e para que pudesse se desculpar com os católicos.

Neste vídeo, o líder protestante admite que também se sentiria “revoltado se algum dos senhores fizesse uma exemplificação que machucasse a minha fé”.

“Se em algum momento eu fui ofensivo, hostil ao falar, peço perdão. Peço também que vocês orem por mim”, manifesta, adiantando ainda que faria o mesmo pedido de perdão ao vivo em seu culto de domingo.

O pastor cumpriu sua promessa e pediu perdão no dia 17 de setembro. Exibiu ainda o vídeo gravado ao lado do Deputado Flavinho, no qual afirma que “estamos em um país laico, mas devemos respeitar todas as religiões”.

“Estou aqui publicamente mais uma vez para dizer a você, católico, se você se sentiu ofendido, magoado pelo vídeo que fiz exemplificando com a coca-cola, humildemente, diante dos céus, peço perdão”, expressou.

Por sua fez, Flavinho se disse feliz por poder promover “esse momento de pacificação”. “Acho que nosso país de uma forma geral está precisando ser pacificado. Não somos nós, cristãos, que vamos jogar gasolina na fogueira. Ao contrário, temos o Deus da paz ao nosso lado, no nosso coração”.

Além disso, o parlamentar também publicou em sua rede social este mesmo vídeo do culto em que o pastor se desculpa e afirmou que “no Evangelho da liturgia deste domingo, Jesus nos coloca na dinâmica do perdão sem limites, por isso, acolho o pedido de perdão e a retratação pública feita pelo pastor Agenor”.

“Não aceitamos ofensas, não ofendemos, mas não podemos negar o perdão àqueles que nos pedem. Houve uma ação de ofensa à nossa fé católica e houve uma ação de pedido de retratação e de pedido de perdão pela ação equivocada”, completou o deputado.

                                                                                                   ACI digital

Leigo católico denuncia instituições que promovem ideologia de gênero para crianças

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Depois da repercussão do fechamento da mostra “Queermuseu – Cartografias da Diferença na Arte Brasileira” promovida pelo Santander Cultural, em Porto Alegre, graças à intensa mobilização de defensores da família, um leigo católico lança uma denúncia contra institutos do terceiro setor que financiam e propagam a agenda cultural da promoção da ideologia de gênero para crianças no campo da educação e através de outras iniciativas como mostras de arte e filmes.

Allan dos Santos é um conhecido influenciador digital católico e pai de um menino que nascerá dentro de poucos meses. Em suas redes sociais, não poupa esforços por defender a vida e a família e luta por manter a educação livre da ideologia de gênero. Em um vídeo recentemente divulgado, Allan lança um apelo aos católicos e em entrevista à ACI Digital, explica como funcionam os institutos que financiam a promoção desta ideologia para crianças através de iniciativas culturais.

Primeiramente denuncia o Instituto Alana, que se bem não está por trás do Queermuseu, nem tampouco é “um instituto fazendo alguma coisa ilegal”, vale a pena prestar atenção “como ele atua”.

Segundo a definição do seu website “o Alana é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que aposta em programas que buscam a garantia de condições para a vivência plena da infância. Criado em 1994, a organização conta hoje com programas próprios e com parceiros – todos podem ser conhecidos abaixo – e é mantido pelos rendimentos de um fundo patrimonial desde 2013. Tem como missão “honrar a criança”.

Segundo Allan dos Santos, “o Instituto Alana, junto com várias atividades que realmente são louváveis no trabalho com as crianças, divulga a agenda da ideologia de gênero. Não apenas a ideia da ideologia de gênero, mas também no seu vídeo ‘A Origem da Vida’, faz o que nos parece uma tentativa de defesa ao aborto, porque primeiro ‘A Origem da Vida’ começa com um parto e, segundo, a psicóloga que fala neste vídeo diz que o bebê – não a criancinha, mas o bebê – tem todo potencial orgânico para se tornar um sujeito. Ora, na verdade o que tem potencial orgânico para se tornar um sujeito é o esperma, não o bebê, pois ele já é um ser humano desde a concepção”.

Ainda segundo o influenciador católico, “o Instituto Alana é um instituto milionário, possuem muito dinheiro, segundo seus próprios balanços financeiros, que podem ser vistos no site. O que mais nos impressiona é que eles convidaram Clóvis de Barros para gravar um vídeo chamado ‘Inspiração’ para o Instituto”.

Allan se refere a Clóvis de Barros Filho, professor, jornalista e autor brasileiro e que, segundo a denúncia contida no vídeo de Allan, em uma aula de Filosofia, Barros teria afirmado que a atração sexual por criancinhas é algo natural. “Ele chega a dizer em outros momentos que a sociedade repugna tal coisa, mas ele deixa claro que o problema está na sociedade e não na pessoa que tem essa atração por criancinhas”, afirma.

“Todos esses institutos, seja o Alana, Itaú cultural ou Santander cultural, toda essa ação do terceiro setor – conhecidos como negócios sociais – estão ligados em uma grande árvore nebulosa nessas ações, chamada Gife”, denunciou Allan.

A GIFE, de acordo à sua página na internet, “é a associação dos investidores sociais do Brasil, sejam eles institutos, fundações ou empresas. Nascido como grupo informal em 1989, o GIFE – Grupo de Institutos Fundações e Empresas, foi instituído como organização sem fins lucrativos, em 1995. Desde então, tornou-se referência no país no tema do investimento social privado”.

Para os católicos, Allan deixa um recado: “Vale a pena abrir o olho para essas ações, porque não são ações meramente infantis. Eles parecem usar das criancinhas para promover a ideologia de gênero, que busca acabar com a família tal qual ela é.”

“Algumas pessoas chamam de família tradicional, mas a família só existe uma. Então, eles têm essa atuação medonha, assustadora, que as pessoas precisam ser alertadas diante dessas ações, porque se não, daqui a pouco vamos poder estar colaborando com um trabalho como esse, pensando que eles estão cuidando do futuro de nossas criancinhas, quando não é assim”.

“Precisamos estar atentos a esse trabalho desse terceiro setor, para que possamos criar também mecanismos, onde esses empresários que colocam dinheiro nessas instituições tenham outras opções para poder colaborar com esta grande ideia que é a parceria entre o terceiro setor, as empresas e a sociedade civil”, concluiu.

                                                                                                      ACI digital

Audiência Geral: 10 encorajadoras lições do Papa Francisco aos jovens

“Viva, ame, sonhe, acredite. E, com a graça de Deus, jamais se desespere”. Essa foi uma das lições que o Papa Francisco compartilhou com os jovens em uma catequese dirigida de forma especial a eles durante a Audiência Geral que aconteceu na última quarta-feira na Praça de São Pedro.

Em um discurso que surpreendeu os presentes por sua linguagem direta e sua profunda mensagem otimista e motivadora, com o objetivo de animar os jovens a se comprometer com suas vidas e com a sociedade, o Santo Padre detalhou 10 importantes lições.

1. Não se renda

“Onde Deus semeou você, espere”, começou Francisco dirigindo-se de forma personalizada a cada jovem.

“Não conceda espaço aos pensamentos negativos”, convidou o Papa. “Não se renda à noite, recorde que o inimigo a derrotar não está fora de você, mas dentro”, assegurou.

O Papa exortou a aprofundar na própria fé: “Este mundo é o primeiro milagre que Deus fez e Deus colocou em nossas mãos as graças de novos prodígios. Fé e esperança caminham juntas”.

2. Cristo espera cada homem até o final 

Também insistiu na importância de buscar a verdade e confiar nela, “confia em Deus Criador, no Espírito Santo que move tudo para o bem, para o abraço de Cristo que espera cada homem até o fim de sua existência”.

Além disso, recordou que “o mundo caminha graças ao olhar de tantos homens que abriram suas frestas, que construíram pontes, que sonharam e acreditaram, inclusive quando tiveram que escutar palavras de escárnio ao seu redor”.

3. Sua luta não é inútil

“Não pense nunca que a luta que realiza é completamente inútil”, indicou. “No fim da existência não nos espera o naufrágio. Deus não decepciona: se colocou a esperança em nossos corações, não quer destrui-la com contínuas frustrações”.

4. Ame os demais

O Santo Padre recordou a necessidade de amar os demais, “ame-os um a um. Respeite o caminho de todos, por linear ou caótico que seja, porque cada um tem sua própria história para contar”.

“Cada criança que nasce é a promessa de uma vida que mais uma vez se mostra mais forte do que a morte. Cada amor que surge é um poder de transformação que deseja a felicidade”.

5. Defenda a luz de Jesus

Francisco assinalou que “Jesus nos confiou uma luz que brilha nas trevas: defenda-a, proteja-a. Essa luz única é a maior riqueza que foi confiada à sua vida”.

Em outra parte do discurso, pediu aos jovens que sonhem com um mundo melhor, “um mundo que ainda não se vê, mas que certamente chegará”.

6. Cuide dos pobres

Também lhes pediu que sejam responsáveis com o mundo, com a vida, especialmente com os pobres. “Cada injustiça contra um pobre é uma ferida aberta, e diminui sua própria dignidade. A vida não cessa com sua existência e a este mundo chegarão outras gerações que sucederão a sua e muitas outras”.

7. Vença o medo

“Vença o medo”, foi o outro pedido do Pontífice. “Peça a Deus o dom da coragem. Recorde que Jesus venceu por nós o medo, nosso maior inimigo não pode fazer nada contra nossa fé”.

“E quando se sentir assustado diante de qualquer dificuldade da vida, lembre-se de que não vive somente por si mesmo. No Batismo, sua vida foi imersa no mistério da Trindade e, por isso, pertence a Jesus”.

8. Lembre-se de que Jesus vive em você

Entretanto, “se um dia você se apavorar, ou pensar que o mal é muito grande para ser desafiado, pensa simplesmente que Jesus vive em você”.

9. Nenhum erro deve se tornar prisão

Por último, Francisco também assegurou que não se deve desanimar pelos erros: “Nada é mais humano do que cometer erros. Se erra, levante-se! Nenhum erro deve se tornar uma prisão para você”.

10. Se estiver no chão, levante-se!

“Onde quer que esteja, construa! Se estiver no chão, levante-se! Se estiver sentado, coloque-se em caminho! Se o tédio o paralisa, realize obras de bem! Se estiver desmoralizado, peça que o Espírito Santo possa preencher o seu vazio”.

“O Filho de Deus não veio para os saudáveis, mas para os doentes. Portanto, veio também para você. E se errar novamente no futuro, não tenha medo, levante-se! Deus é seu amigo”, concluiu.

                                                                                         ACI digital

 

Por que devo suportar o sofrimento?

Não podemos ser pessoas fracas, que ficam fugindo do sofrimento

Quando era criança, lembro-me de ter visto meu pai fazer vários cortes no tronco de uma árvore e dela escorrer um líquido. Durante toda a noite, esse líquido gotejou a ponto de deixar molhada a terra em volta . Não entendi nada naquele momento, achei que ele a estava machucando.

Perguntei-lhe o porquê de tudo aquilo e ele me disse: “Espera que vou mostrar para você”.

Naquele ano, a árvore deu muitos frutos, então, ele levou-me até ela, mostrou-me o tronco e disse: “Está vendo quantos frutos? Foi por isso que eu cortei a árvore. Se eu não tivesse machucado o tronco dela, ela não teria dado todos esses frutos”.

Da mesma forma, nós também não entendemos muitos acontecimentos que nos ferem. Por essa razão, caímos na tristeza, murmuramos, ficamos magoados e, muitas vezes, revoltados. No entanto, se olharmos por esse prisma, constataremos o quanto amadurecemos com os sofrimentos. São incalculáveis os frutos que surgem depois da tribulação!

Feliz de você que chora como “chorava” aquela árvore, pelos problemas e dificuldades que enfrenta. Deus não se alegra com o sofrimento, mas sim com a consequência dele na nossa vida. O Senhor vê além e se alegra, porque tem certeza dos frutos.

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova