Blog Comunidade Mãe Imaculada

Papa compartilhará almoço com 1500 necessitados no Dia Mundial dos Pobres

Milhares de pessoas em situação de exclusão e pobres participarão da Missa celebrada pelo Papa Francisco por ocasião do primeiro Dia Mundial dos Pobres em Roma, no domingo, 19 de novembro.

Depois da celebração da Eucaristia, 1500 pessoas participarão de um almoço de comemoração na Sala Paulo VI junto com o Santo Padre, enquanto outras 2500 pessoas serão recebidas em diferentes seminários e colégios católicos de Roma para participar também de um almoço.

Os necessitados serão acompanhados pelas pessoas das associações voluntárias de Roma, Lazio e diversas dioceses do mundo, que se encontrarão na Basílica de São Pedro para participar da Missa.

Servirão aos pobres 40 diáconos da Diocese de Roma e cerca de 150 voluntários das paróquias das dioceses.

Este Dia foi organizado com a colaboração do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização com Cáritas, a Comunidade de Santo Egídio, a Ordem de Malta, Novos Horizontes, a Comunidade de João XXIII, a Associação Fratello 2016, Opere Antoniane de Roma, ACLI Roma e os Grupos de Voluntariado.

O cardápio que será servido na Sala Paulo VI será preparado pelo restaurante ‘Al Pioppeto’, com diferentes pratos tradicionais da cozinha italiana.

A Banda de Música da Gendarmaria Vaticana e o coral ‘Le Dolci Note’ animarão o almoço.

A celebração do Dia Mundial dos Pobres surgiu a partir de um grande desejo do Papa Francisco, depois do encerramento do Jubileu da Misericórdia, com o objetivo de que toda a comunidade cristã se sinta chamada a ajudar os pobres, os fracos, os homens e mulheres cuja dignidade foi desrespeitada.

                                                                                             ACI digital

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Sacerdote da Igreja clandestina na China: “A fé vale mais do que a vida”

Padre José de Jesus é um sacerdote chinês, fiel à Igreja Católica que deu seu testemunho no programa ‘Nos passos do Nazareno’ da Fundação EUK Mamie, das Religiosas do Hogar de la Madre.

Durante a entrevista, o seu rosto fica oculto e também não fornece detalhes sobre a sua vida na China ou da localização na Europa onde está, por razões de segurança.

A Igreja Católica fiel a Roma é perseguida pelo governo chinês, que permite a liberdade de culto apenas às pessoas que se aderem à Igreja Patriótica, ou seja, controlada pelo Estado e que não é fiel ao Vaticano.

De acordo com seu relato, a sua família sempre foi católica e recebeu a fé dos seus pais. Do mesmo modo, é o terceiro dos cinco irmãos, apesar da política do filho único imposta durante anos pelo governo chinês para evitar o aumento da população.

Isso obrigou a família a viver separada por algum tempo.

“Durante algum tempo, quando a polícia ia à cidade, meus pais tinham que viver escondidos, separados de nós. O meu irmão mais velho cuidava de nós, também tínhamos que esconder tudo o que tínhamos em casa, porque se o governo descobrisse, poderíamos perder tudo. Alguns pais católicos, por terem mais filhos, tiveram suas casas destruídas e ficaram sem nada”, assegura o sacerdote.

Cristão clandestino

“Foi uma prova de fé, porque quando criança você não entende por que, por ser católico, você tem que viver com menos comida, separado dos seus pais; mas não foi um obstáculo para avançar na fé”, explica e sublinha que também tem um irmão sacerdote.

A vida de um cristão da Igreja clandestina não é fácil porque, segundo sublinha no seu testemunho, “tinha que rezar em sua casa e com a porta fechada, isso era proibido e se alguém te ouvisse, podia te denunciar porque era considerado um crime para o governo”.

Pe. José assegura que a fé foi mantida graças à “Igreja doméstica”, na qual as famílias rezavam as laudes ou as vésperas escondidas, mas também graças ao terço.

“O terço foi o que nos deu força durante anos porque não tínhamos sacramentos, nem sacerdotes; mas os fiéis rezavam todos os dias pelo menos um terço de madrugada e outro à noite”, e quando terminavam rezavam uma “oração à Virgem de Fátima que nos deu força para viver como verdadeiros cristãos”.

Igreja Patriótica

O governo chinês permite o cristianismo no país, mas os católicos devem inscrever-se na Associação Patriótica, ou seja, uma igreja controlada pelo governo e na qual as nomeações dos bispos não são feitas pelo Vaticano, mas da decisão das autoridades chinesas.

Esta igreja oficial se opõe à Igreja clandestina, que é fiel a Roma e vive a sua fé sob graves repressões.

“Há bispos que estão desaparecidos e outros 30 bispos da Igreja clandestina que não são reconhecidos pelo Estado e, por isso, não podem exercer o seu ministério livremente. Eles estão sob prisão domiciliar e controlada, as suas visitas, os seus encontros e os temas de conversas são vigiados. As ordenações sacerdotais ocorrem clandestinamente, sem que ninguém perceba”, indica.

Entretanto, para a igreja oficial, unida à Associação Patriótica, é mais fácil viver a fé porque as igrejas estão abertas, há Missas e têm um horário fixo, mas segundo explica o sacerdote, “no fundo não é a mesma coisa porque a igreja é una, santa, católica e apostólica e a Igreja Patriótica é independente de Roma, eu não posso aceitá-la. Porque é a minha fé”.

Vocação sacerdotal

Nesse sentido, o Pe. José recorda como o pároco da região onde vivia estava encarregado de 60 aldeias, celebrava cinco Missas nas maiores e se deslocava de bicicleta, “é um exemplo de fidelidade a Cristo e à Igreja, porque Ele não quis fazer parte da igreja oficial chinesa e isso fez com que tivesse que passar algum tempo na prisão ou na prisão domiciliar. Apesar disso, nunca considerou uma dificuldade. Mas se o Senhor lhe enviasse, ele aceitava. Agora que tem mais de 80 anos, levanta-se às 3h30 para rezar e celebrar duas Missas”.

“Sua vida exemplar foi decisiva para que eu encontrasse a minha vocação. Ele é um sacerdote para todos, com uma dedicação exemplar”, diz e ressalta que ainda hoje lembra como descobriu a sua vocação aos 15 anos: “Pensava que, na China, há muitas pessoas que não conhecem Cristo e a Igreja Católica, porque os cristãos somos uma minoria. Por isso, pensei que quando terminasse meus estudos iria ao seminário e seria sacerdote. Naquele momento, mudei a minha vida, porque vi o que o Senhor queria para mim”.

O sacerdote afirma que a vida dos cristãos clandestinos na China é um testemunho de fé e pede orações para que permaneçam fiéis, porque “eles nos ensinam que a fé vale mais do que a vida e que, vivendo a fé, encontraremos Cristo. Temos que dar testemunho aos que estão ao nosso redor a fim de que quem não conhece a fé possa encontra-la”.

                                                                                                ACI digital

O país mais ateu da Europa dedica um ano à Virgem de Fátima

Procissão com imagem da Virgem de Fátima em Praga/ Cortesia ACN – Autor: Jakub Serych

Ex adventista e agora freira católica: “Eu odiava a Igreja mas me apaixonei pelo Santíssimo”

Reprodução

Irmã Maria Faustina conta como passou do adventismo à vida religiosa dominicana

Mireily Rodríguez Vargas é uma jovem porto-riquenha que mudou seu nome por irmã Maria Faustina quando professou seus votos como dominicana no convento de Nossa Senhora do Rosário de Fátima no Texas (EEUU). Mas sua vocação chegou depois de uma conversão dura, depois de haver estado sob a influência dos ensinamentos dos adventistas. Quando descobriu a verdade sobre a Igreja Católica se lhe abriu um mundo que a fascinou a tal ponto que decidiu entregar sua vida por completo.

Foi criada em uma família católica mas não demasiado praticante e eram seus companheiros de colégio que lhe diziam que a Virgem Maria havia tido mais filhos, até chegar a convencer-se disso. Aos 16 anos depois de um duro acontecimento familiar apareceram em sua vida os adventistas. “Por insistência de um familiar, comecei a ir a encontros com eles. A princípio consistia em contestar as perguntas de uns folhetos, logo o pastor veio a dar-nos o ensino pessoalmente, creio que era uma vez por semana”, recorda.

O ódio à Igreja e ao Papa

Depois disto, foi enviada a um seminário denominado “Descobrindo a verdade”. Conta a irmã Maria Faustina que “tratava de como a Igreja Católica era a ‘grande meretriz do Apocalipse’ e o Santo Padre, ‘a besta do profeta Daniel”.

Uma vez que concluiu este seminário, tocava ser “batizada” como adventista. A jovem estava muito confusa mas “não pensava assim sobre a Igreja Católica”. Finalmente, uma amiga sua decidiu não batizar-se pelo que ela tomou a mesma decisão.

A importante obra de sua avó

Foi sua avó quem finalmente tomou conhecimento do assunto e afastou os adventistas de sua neta e acudiu a uma Igreja Católica para que pudesse aprender o catecismo. Porém, o tempo que havia passado em contato com os adventistas havia feito cicatrizes nela. “Já não amava a Virgem Maria, à qual tinha devoção de pequena”, conta em seu testemunho. Ademais, adiciona que nesse momento “pensava que não necessitava ir à Igreja, porque um lugar de quatro paredes com Bíblia e Água Benta podia ser meu quarto”. Inclusive, cria que “os quadros, mesmo os não religiosos, eram idolatria, pelo que havia aprendido com os Adventistas sobre os 10 mandamentos.

Tudo mudou com a catequese de adultos

Porém, em 2007, conseguiu iniciar a catequese de adultos. “Minha vida mudou. Através da catequese do sacerdote encarregado, de uma religiosa e toda a equipe de catequistas que acompanhavam ao programa, comecei a aprender muito, a questionar-me coisas sobre a fé”, relata a própria Maria Faustina.

Enquanto isso, sua avó continuava perseverando e acompanhava a sua neta à missa todos os domingos, sem exceção. “Comecei a ver a Deus como um pai amoroso”; e sua vida começou a mudar, motivo pelo qual “se afastaram muitos amigos e comecei a ter problemas com um noivo que tinha naquele momento”.

A bela lembrança de sua primeira comunhão

Assim chegou sua primeira confissão durante um Domingo de Ramos que. segundo define ela mesma, foi “como sacar muitos cravos de meu coração” pelo que “me senti outra pessoa”. E na Vigília Pascal chegou por fim sua primeira comunhão, que “foi um momento tão belo, único de sentir a meu Deus pela primeira vez em mim. Desde esse dia me senti mais unida a Deus, de uma forma diferente. Minha forma de ver a vida mudou, para vê-la um pouco mais sobrenatural”.

Tudo o que guardava em seu interior que aprendeu com os adventistas ia desaparecendo.

A descoberta da Adoração

Enquanto isso, ela continuava descobrindo fascinada a beleza da Igreja Católica: “Em minha vida espiritual, começava por aquele momento a descobrir a Jesus no Sacrário e na Exposição. Me chamava tanto a atenção ver a tanta gente ajoelhada ali que me propus ir um dia. Qual foi minha surpresa que ao chegar, senti algo que me pus de joelhos e comecei a chorar porque senti uma presença tão grande, tão santa e superior a mim que preenchia todo meu ser. Desde esse dia, Jesus Eucarístico foi o amor de minha vida”.

Pouco depois se produziu outro acontecimento chave na vida desta jovem, pois começou a abrir nela a vocação. E é que buscando livros católicos, se topou um dia com o diário de Santa Faustina. “Me deu a curiosidade de ver que escreveria uma freira. Quando comecei a ler, me enamorei de sua espiritualidade, sua forma de tratar ao Esposo de sua alma. Me encheu o coração quando li sua história vocacional e me preguntei o que faria se Jesus chamasse a mim também”.

“Jamais serei freira”

Esta foi a primeira vez que rondou por sua cabeça a ideia da vocação à vida religiosa. Mas o medo podia mais, pelo que tentou enterrar esses sentimentos. De pronto também começaram a perguntar se havia pensado em ir a um convento por o que se fechou em si mesma e uma e outra vez respondia que “jamais serei freira”.

Mas a vida que levava não a preenchia. Nem seu trabalho, nem seus amigos conseguiam encher o que só Deus podia fazer. E de novo passou por sua cabeça a ideia da vocação até que por fim aceitou ir a um dos encontros vocacionais os quais antes havia rejeitado acudir em numerosas ocasiões.

As palavras do profeta Jeremias

O que escutou naquele encontro tocou profundamente esta jovem porto-riquenha. A mesma passagem de Jeremias que diz “antes de formar-te no ventre materno, eu te conhecia; antes de que saísse do seio, eu te havia consagrado…” a perseguia por todos lados e aparecia em todo momento, em sua música, na Igreja, nas leituras que abria ao acaso…

Ali se convenceu de que Deus a chamava para a vida consagrada, embora seguia resistindo. Teve dois sonhos sobre a vocação e com a ajuda de seu diretor espiritual pode interpretá-los. “Sonhava que pedia para entrar em uma congregação e me diziam que ali não era e me davam um véu negro. O sacerdote me dizia que era a Ordem Dominicana, mas eu resistia”, conta irmã Maria Faustina.

A clara mensagem da Virgem

Ao final, ela se encomendou a Santa Faustina e Santa Teresinha para que lhe ajudassem a discernir sua vocação, além de realizar a Consagração à Virgem durante 33 dias. “Mamãe Maria não se fez esperar e uma manhã amanheci com a certeza de que Deus me chamava e que ia entrar para o convento das Irmãs Dominicanas de Nossa Senhora do Rosário de Fátima”.

Deus fez tudo muito fácil desde aquele momento e agora ela, irmã Maria Faustina, é feliz neste convento texano. “Deus fez maravilhas em minha vida, me fez uma nova criatura e, apesar de meus pecados e defeitos, faz sua obra em mim para tornar-me uma esposa santa para sua Glória”, conclui esta religiosa.

Aleteia / Front Catolico

Em tudo vemos a mão de Deus nos protegendo, diz cantor católico após sequestro

Qual é o pecado predileto do diabo?

Public Domain – La tentation de Jésus

A resposta, dada por um exorcista de Barcelona, pode surpreender a muita gente

Com certa frequência, recebemos perguntas de leitores que querem saber mais sobre o exorcismo e sobre as informações que um exorcista consegue obter do diabo durante esses rituais.

Entre essas perguntas, veio uma bem específica:

“Qual é o pecado predileto do diabo?”

Esta mesma pergunta foi feita ao padre Juan José Gallego, sacerdote dominicano que exerce o seu ministério como exorcista em Barcelona.

Em entrevista ao jornal espanhol El Mundo em agosto de 2015, o sacerdote respondeu que o pecado que mais agrada ao demônio é a soberba.

A resposta pode parecer surpreendente para muitos, mas faz todo o sentido.

A soberba, afinal, foi o pecado do próprio Lúcifer, que, tendo sido criado por Deus como um anjo puro, se rebelou contra o Criador, se recusou a obedecer a Ele e, com plena consciência, com total liberdade e de modo irreversível, escolheu passar toda a eternidade literalmente no inferno.

A soberba é, de fato, o pecado que nos leva a julgar-nos mais do que de fato somos, afastando-nos perigosamente da verdade sobre nós mesmos. Ao nos afastarmos da verdade, nos afastamos de Deus, que é a própria Verdade.

A propósito: Santa Teresa de Ávila costumava dizer, muito sabiamente, que “a humildade é a verdade“. Revelador, não?

Aleteia

Seguindo o lema ‘Queremos Deus’, milhares de poloneses saem às ruas

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No último sábado, 11, dia da Independência da Polônia, dezenas de milhares de poloneses tomaram as ruas de Varsóvia para reivindicar a importância do catolicismo na identidade da Europa.A marcha para comemorar a independência da Polônia ocorre anualmente desde 2009, tendo um crescimento maior a cada ano, convertendo-se em um fenômeno social. Seguindo o lema “Queremos Deus”, por volta de 100 mil pessoas percorreram as ruas da capital polonesa portando bandeiras e cartazes com críticas à União Europeia.

Seguindo o lema 'Queremos Deus', milhares de poloneses saem às ruas 1.jpg
De acordo com Robert Bakiewicz, porta-voz dos organizadores do evento, o lema pretendia recordar que a Polônia é o “bastião da Fé e da religiosidade” na Europa, além disso, se pretendeu reivindicar “o catolicismo diante do ateísmo imposto na Europa”. Bakiewicz explica que é importante recordar que “a Igreja e sua luta tem sido durante séculos a pedra angular e o fundamento da Europa”.No dia 11 de novembro de 1918, após o término da I Guerra Mundial, a Polônia recuperou sua independência após mais de um século que deixou de existir como estado independente e ter seu território dividido entre a Prússia (depois o Império Alemão), a Rússia e o Império Austro-Húngaro. (EPC)

Gaudium Press / Com informações de La Gaceta