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Uma oração feita com distração tem valor?

Uma oração feita com distração tem valor 10.07.18

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Às vezes, os santos também se distraíam enquanto falavam com Deus

Santa Teresa d’Ávila em seu livro chamado “Castelo Interior”, também conhecido como “As Sete Moradas”, faz um juízo muito severo acerca da oração feita com distração. Ela diz: “Não chamo oração aquilo em que não se percebe com quem se fala e o que se pede. Não se trata de oração”.

Santo Tomás de Aquino, por sua vez, parece estar em frontal contradição com Santa Teresa. Respondendo à pergunta se “é necessário que a oração seja atenta”, ele diz o seguinte: “Quanto ao décimo terceiro, assim se procede: parece que É necessário que a oração seja atenta. […] Em sentido contrário, os santos às vezes também distraíam-se na oração, como atesta o Salmista: “O meu coração me abandonou”.” (cf. Suma Teológica II-II, q. 83, a. 13) Em latim, cor meum dereliquit me.

Então, aparentemente existe uma incompatibilidade entre as opiniões desses dois grandes santos. Qual deles tem razão? Ambos. E é o próprio Santo Tomás quem explica:

“Respondo: Essa questão é importante principalmente quando se aborda o tema da oração vocal. A necessidade da atenção na oração vocal é entendida de duas maneiras: Na primeira, como é necessário aquilo com que se alcança melhor o fim. Segundo esta consideração, a atenção é absolutamente necessária.
Na segunda maneira, considera-se necessário aquilo sem o qual a ação não conseguirá os seus efeitos. Os efeitos da oração são três: o primeiro efeito é comum a todos os atos informados pela caridade, que, por isso, são meritórios. Para ter este efeito não será necessário que a atenção seja diuturna, porque o impulso da intenção inicial, com a qual se vai orar, torna meritória toda a oração, como acontece aos outros atos meritórios. – O segundo efeito, a impetração, que lhe é próprio. Para se conseguir este efeito também será suficiente o impulso da primeira intenção, a que Deus atenta em primeiro lugar. Assim, Gregório a isto se refere nestes termos: “Deus não atende a oração de quem não pretende orar.” – O terceiro efeito da oração é aquele que é contínuo, a saber, uma certa refeição espiritual da mente. A atenção é necessariamente exigida para esta oração. Escreve a respeito a primeira Carta aos Coríntios: ‘Se oro só pela língua, minha mente será infrutífera’.”

Assim, segundo o Aquinate, primeiramente a oração tem um valor meritório, pois a pessoa ama a Deus rezando. Em segundo lugar, ela pode ter um valor de intercessão, ou seja, de alcançar graça diante de Deus, também chamado de impetratório. E, em terceiro lugar, a oração tem o valor de santificação ou de refeição da alma.

Levando em conta esses três níveis de valoração, Santo Tomás diz que nos dois primeiros pode haver alguma distração que, mesmo assim, a oração terá algum valor. Porém no terceiro nível é absolutamente necessário que a pessoa esteja atenta à ela.

Nesse sentido, Santo Tomás e Santa Teresa estão em pleno acordo. É justamente sobre a “refeição da alma” que Santa Teresa fala em seu livro. De como é que se deve fazer para adentrar cada vez mais nas moradas da alma, alimentando-se e crescendo espiritualmente. Mas, então, que valor existe uma oração quando ela é feita distraidamente? Ela tem valor meritório se é feita com amor, porém, não é necessário que seja feita por amor o tempo todo, basta a intenção inicial, diz Santo Tomás. A luta contra as distrações é bastante meritória.

O segundo valor, chamado impetratório, também tem valor, pois a pessoa pode ter se distraído, mas Deus não se distraiu dela. A oração com distração não produz o crescimento necessário para fazer com que o indivíduo passe de morada em morada no seu castelo interior, portanto, é preciso lutar contra ela, concentrando-se para que haja realmente uma refeição espiritual.

Importante é continuar a rezar, mesmo distraído, combatendo a distração, colocando toda a sua atenção em Deus e em seu amor

Aleteia/ Padre Paulo Ricardo

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Congresso Missionário Americano: sete bispos brasileiros vão à Colômbia

Dom Esmeraldo Barreto Farias; de Estância (SE) e Dom Giovanni Crippa; de Osório (RS) são alguns dos bispos que estarão no evento

Congresso Missionário Americano sete bispos brasileiros vão à Colômbia 10.07.18

A 5ª edição do Congresso Americano acontecerá na Bolívia / Foto: Reprodução POM

De 10 a 14 de julho, missionários e missionárias de diversos países da América participarão do 5º Congresso Missionário Americano (CAM5), em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. Do Brasil serão quase 200 missionários de todos os 18 regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Dentre eles, leigos e leigas, sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas e seminaristas.

Além dos bispos de Crateús (CE), Dom Ailton Menegussi; de São Gabriel da Cachoeira (AM), Dom Edson Damian; o bispo auxiliar de São Luís do Maranhão (MA), Dom Esmeraldo Barreto Farias; de Estância (SE), Dom Giovanni Crippa; de Osório (RS), Dom Jaime Pedro Kohl; de Ponto Grossa (PR), Dom Sérgio Arthur Braschi e o arcebispo de Campo Grande (MS), Dom Janusz Marian Danecki. O diretor nacional das Pontifícias Obras Missionárias (POM), padre Maurício da Silva Jardim, também integra a delegação brasileira.

Para o bispo auxiliar de São Luís do Maranhão (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da CNBB, dom Esmeraldo Barreto Farias, esses congressos aprofundam o sentido missionário da Igreja. “A Igreja peregrina é, por sua natureza, missionária, visto que tem a sua origem, segundo o desígnio de Deus Pai, na ‘missão’ do Filho e do Espírito Santo”.

O objetivo geral do CAM 5 é fortalecer, nas Igrejas das Américas, a identidade e o compromisso missionário Ad Agentes, anunciando a Alegria do Evangelho a todos os povos, com particular atenção às periferias do mundo de hoje, a serviço de uma sociedade mais justa, solidária e fraterna.

Este ano, a temática do congresso será: “A Alegria do Evangelho, coração da missão profética, fonte de reconciliação e comunhão” e o lema “América em missão, o Evangelho é Alegria”. Nesse contexto, serão discutidas formas de avivar a fé, com renovado compromisso missionário para que a Alegria do Evangelho, como anúncio querigmático, dinamize a vida missionária de nossas Igrejas no continente.

“A missão é profundamente eclesial, comunitária. Não podemos vive-la de modo individualista”, destaca dom Esmeraldo.

Os congressos missionários americanos tiveram origem em congressos missionários diocesanos e nacionais que, a partir do concilio Vaticano II, foram aprofundando o sentido missionário da Igreja, como encontramos no decreto Ad Gentes. A Conferência Episcopal Mexicana realizou belas iniciativas no sentido de refletir sobre esse tema. Em 1977, retomando a riqueza da exortação apostólica Evangelii Nuntiandi, publicada pelo Papa Paulo VI em 1975, aconteceu o primeiro congresso missionário latino-americano (COMLA) em Terreón, México. A partir de 1999, os congressos missionários passaram a ser em nível de toda a América. Daí nasceu o 1º Congresso Missionário Americano (CAM). O último Congresso foi realizado em Maracaibo, Venezuela, em 2013.

Segundo dom Esmeraldo, enquanto os congressos missionários iam se realizando, surgia no Brasil, em 1972, o projeto Igrejas Irmãos com a finalidade de ajudar Igrejas com maiores dificuldades no Brasil, em termos de missionários ministros ordenados, religiosos e leigos.

Canção Nova/ Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB

Condenam médico por não colaborar com aborto

Condenam médico por não colaborar com aborto 10.07.18

Imagem referencial / Foto: Pixabay (Domínio Público)

Um médico foi condenado em Gênova (Itália) a nove meses de prisão por se recusar a colaborar com um aborto farmacológico, apesar de ser um objetor de consciência.

Em 19 de abril de 2014, o ginecologista Salvatore Felis se recusou a realizar uma ultrassonografia no Hospital San Martino, em Gênova, para verificar se a pílula abortiva havia tido efeito em uma jovem.

Em um processo disciplinar, o hospital assinalou que não havia nada que manifestar em relação a isso e atribuiu o que aconteceu aos problemas organizacionais e não tanto à objeção de consciência do médico.

Entretanto, a mulher que praticou o aborto denunciou o médico à polícia, o que o levou a ser condenado em primeiro grau pelo Tribunal de Gênova.

De acordo com os juízes, não vale nem a absolvição oferecida pelo centro de saúde nem as convicções éticas de Felis, o qual assinalou ao jornal italiano Avvenire: “A minha decisão de não praticar abortos são consequência de considerações morais, médicas e biológicas”.

“Não é possível – acrescentou o médico – interromper um projeto de vida sem pensar na criança”. “Nunca participei de abortos (…) o meu trabalho é fazer com que as crianças nasçam, e não o contrário”, assinalou em declarações divulgadas em 5 de julho.

Em sua defesa, Felis contestou a acusação de que o ultrassom não afetaria “diretamente” no aborto, prática à qual sempre se negou a colaborar de qualquer forma, expressando razões morais que foram ignoradas pela corte.

“A objeção de consciência em relação ao aborto – assinalou em 2015 o presidente do Movimento pela Vida na Itália, Gian Luigi Gigli, que assegurou a assistência jurídica a Felis –, se refere claramente a todos os procedimentos relacionados à interrupção da gravidez (aborto), exceto no caso de necessidade e de urgência para proteger a saúde da mulher, não para verificar como está o procedimento, neste caso de um aborto químico”.

ACI Digital

Juventude brasileira: entre consumismo e preservação da natureza

O Secretário-Geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, comenta as palavras do Papa Francisco aos participantes do Congresso que marcou os três anos da publicação da Encílica Laudato Si.

Juventude brasileira entre consumismo e preservação da natureza 10.07.18

Os jovens são os protagnistas da conversão ecológica, afirmou o Papa  (ANSA)

Um evento realizado na semana passada, no Vaticano, marcou os três anos da publicação da Encíclica Laudato Si do Papa Francisco. Ao dirigir seu discurso aos participantes do Congresso Internacional, o Pontífice citou os dois Sínodos que terão como protagonistas grupos diretamente interessados na conversão ecológica: os jovens e os povos indígenas, de modo especial os da Amazônia.

“São os jovens que deverão enfrentar as consequências da atual crise ambiental e climática. Portanto, a solidariedade intergeracional não é uma atitude opcional, mas uma questão essencial de justiça”, afirmou o Papa citando a Laudato Si.

Um dos participantes deste Congresso foi o Secretário-Geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, que comenta as palavras do Papa Francisco e analisa o comportamento da juventude brasileira, que deveria se comprometer mais com a preservação do meio ambiente, deixando de lado o consumismo

Vatican News / Bianca Fraccalvieri

Argentinos clamam pela vida e renovam consagração à Virgem de Luján

Argentinos clamam pela vida e renovam consagração à Virgem de Luján 10.07.18 A

JovenesProVidaArg @VidaArg

Uma multidão de fiéis participou no último domingo, 8 de julho, de uma Missa na qual renovaram a consagração da Argentina à sua padroeira, Virgem de Luján, e clamaram por respeito a toda vida humana, frente à ameaça da legalização do aborto no país.

No último dia 14 de junho, a Câmara dos Deputados da Argentina aprovou o projeto de despenalização do aborto com 129 votos a favor, 125 contra e uma abstenção. O texto agora deve ser debatido no Senado.

A iniciativa recentemente aprovada permite o aborto livre até a 14ª semana de gestação e até os nove meses de gestação em casos de violação, de risco à saúde da mãe e de inviabilidade do feto. Do mesmo modo, não permite a objeção de consciência.

Argentinos clamam pela vida e renovam consagração à Virgem de Luján 10.07.18 b

JovenesProVidaArg @VidaArg

Na Missa presidida no domingo por Dom Oscar Ojea, Bispo de San Isidro e presidente da Conferência Episcopal Argentina (CEA), participaram milhares de jovens e famílias, que começaram a chegar ao Santuário Mariano de Luján no sábado à noite.

Foi formada uma “onda azul” em torno à basílica, onde muitos jovens tinham lenços desta cor com a frase “Salvemos as duas vidas”, o lema com o qual muitos argentinos defendem o direito à vida dos nascituros e das suas mães.

“Convocados pela nossa Mãe, viemos de diversos lugares do país para nos colocarmos sob o seu olhar neste momento tão delicado para a nossa Pátria. Estamos perplexos e entristecidos ante a possibilidade de que se sancione a lei da despenalização do aborto”, disse Dom Ojea em sua homilia.

“Seria a primeira vez que decretariam na Argentina e em tempos de democracia uma lei que legitima a eliminação de um ser humano por outro ser humano”, lamentou.

Em seguida, o Bispo explicou que “a Virgem conhece este desamparo e esta tristeza, conhece-os por experiência própria aos pés da cruz”.

Argentinos clamam pela vida e renovam consagração à Virgem de Luján C 10.07.18

PabloAndreone @PabloAndreone

“Na cruz, Jesus a converteu em Mãe de todos os homens e diante desta querida imagem de Luján que soube receber as tristezas e as alegrias de todo o povo argentino ao longo da sua história, queremos encontrar em seu olhar terno o calor do lar, a serenidade do coração, a luz da sabedoria e as forças necessárias para contribuir com o melhor de nós neste momento”, acrescentou.

Depois de destacar que a vida “é puro dom de Deus, e por isso é sagrada”, o prelado sublinhou que “não somos seus donos”. “Somos administradores deste grande bem. Ela é o bem primeiro e fundamental, um bem que está além de nós. Um bem que não ‘fabricamos’, embora tenhamos a maravilhosa possibilidade de transmiti-lo colaborando com o Criador”.

Também agradeceu “a tantas mães que souberam superar circunstâncias muito complexas, optando por cuidar e defender a criança que está em seu ventre”.

“Nós, homens, não podemos sentir em nosso corpo a presença de outro ser humano que cresce. Não podemos experimentá-lo em nós. As mulheres nos transmitem essa coragem e esta entrega pelo compromisso corporal que têm com a vida e pela sua proximidade com ela”.

Argentinos clamam pela vida e renovam consagração à Virgem de Luján D 10.07.18

Lujan @Marialujank

O presidente da CEA também encorajou a pedirem a “Virgem para aprender a ser servidores da vida, ou seja, a criar circunstâncias adequadas para a sua chegada e para o seu desenvolvimento. Aqueles que dizem que defendem a vida desde a concepção até o seu fim natural, passando por todos os estágios do seu crescimento, não podem permanecer em declarações e palavras”.

“É necessário encontrar soluções novas e criativas para que nenhuma mulher procure um resultado que não é solução para ninguém”, destacou.

“Neste Santuário foram depositados os segredos do coração de tantas pessoas, especialmente de tantas mães que encontraram descanso no olhar misericordioso de Maria. Olhemos novamente nos seus olhos e peçamos que nos dê a sua bênção”.

Para concluir, o Bispo Ojea exortou a pedir à Virgem “que, através de nós, olhe para todos os lares do nosso país, especialmente aos nossos jovens, nossos meninos e meninas que crescem no ventre das suas mães e que são a nossa maior riqueza, o nosso maior tesouro”

ACI Digital

Fé: receita certa para vencer as tribulações

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Diante da insegurança, a resposta certa é a fé

Vida cristã é muito mais que prazer. Experiência de Deus é você não mais saber quem você é, mas recordar quem é Jesus em você. Há tantos de nós intoxicados pela vida, pela palavra do outro! Quantas vezes você não fez a experiência de chegar a um lugar e adoecer?

A grande artimanha do diabo é minar nossa saúde espiritual, colocar desânimo na nossa vida de oração. Há pessoas que se amarguram por não ter dado conta da vida inteira, mas não fizeram sua parte no milagre.

O mar da vida nos torna vítimas

Se nós tivéssemos a possibilidade de analisar nosso espírito hoje, ainda veríamos que permanecemos tão secos e paralisados nos nossos medos. Quer dar força ao inimigo? Tenha medo. O seu medo o faz entregar-se a ele. Muitas vezes, o mar da vida nos torna vítimas. Quantas pessoas são vítimas daqueles que estão ao lado delas! Coração que não faz a experiência de mergulhar no Espírito Santo sempre será vítima do inimigo.

“Eu não dou conta”. Para essa frase não precisa de esforço; e cada vez que dizemos isso, perdemos o movimento das águas e a chance de atravessar o mar. Tornamo-nos vítimas, porque perdemos a chance de dizer: “eu não aceito”. Tenha a coragem de dizer: “Esse mar não mais irá me afogar”.

Postura de guerreiro

O que faz um homem ser de fé é a resposta que dá diante da insegurança – isso é Cristianismo. Não é uma postura angelical, é uma forma de se tornar guerreiro, soldado. Coragem! Vitória é o que Deus quer celebrar na nossa vida por meio da fé.

Quando você tiver a coragem de colocar o pé na água, você já poderá sorrir, porque seu inimigo tem os “pés de barro” e, nas águas do Espírito Santo, ele irá se afogar. A única forma de você vencer o mal é colocar os pés onde ele não pode estar.

Pe. Fábio de Mello 

A esperança que supera todo medo

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Para vencer o medo exagerado que sempre nos rodeia é preciso crer e confiar em Deus

O medo não pode roubar nossa esperança. Sentir medo é algo normal, porque faz parte da nossa humanidade, porém, quando o medo paralisa nossa caminhada e nossos sonhos, ele passa a ser um problema que precisa ser enfrentado e superado. Sabemos que muitas podem ser as causas do medo, mas, em geral, um primeiro passo de superação é confiar e ser corajoso em Deus, que nos liberta de todo pânico, pavor, preocupação e angústia, pela esperança que nunca decepciona.

Uma das ações do medo é paralisar o nosso presente e nos causar pavor em relação ao nosso futuro. Assim, o medo desproporcional frente à realidade é uma forma concreta de roubar a nossa esperança, pois, se não esperarmos com esperança e ficarmos apreensivos com o que virá, o resultado será perder a alegria do presente e a expectativa positiva do futuro.

O medo não é um bom conselheiro, já que seus incentivos podem causar más motivações. Ao contrário, Jesus ao enviar os discípulos em missão os orientou a não ter medo e aconselha hoje a cada um de nós: “Não temais” (Mt 10,28). Portanto, a princípio, para vencer o medo exagerado que sempre nos rodeia é preciso crer e confiar em Deus, porque Ele está com cada um de nós sempre e em tudo.

Não vos inquieteis com nada; mas apresentai a Deus todas as vossas necessidades pela oração e pela súplica, em ação de graças. Então a paz de Deus, que excede toda a compreensão, guardará os vossos corações e pensamentos, em Cristo Jesus” (Filipenses 4,6-7).

Deus abençoe você 
Márcio Leandro