Blog Comunidade Mãe Imaculada

Família feliz, onde estás?

A primeira instituição humana não foi governamental, nem econômica.

Criados Adão e Eva, constituíram a primeira família, princípio e causa de todas as demais.

Desde a origem Deus criou o homem e a mulher, os quais, unindo-se segundo um desígnio de sua sabedoria,”são uma só carne” (Gn 2, 24).

Iniciativa humana, resultado divino

A solidez e estabilidade desta união -elevada a Sacramento pelo próprio Cristo- se encontram no fato de ser operada pelo próprio Deus, embora ministrada pelos esposos:
a iniciativa é humana, mas o resultado é divino, pois o homem não tem poder para anulá-lo: “não separe o homem o que Deus uniu” (Mt 19, 6).

Do casamento concebido segundo a visão cristã, surgiram as famílias que deram origem às sociedades inspiradas no Evangelho.

Com muita organicidade, o homem conhecia uma mulher e, motivados pela caridade, resolviam casar-se; enfrentavam dificuldades, mas perseveravam juntos.
Passavam-se os anos, e ambos se davam muito bem!

Formas esdrúxulas de “famílias”: Soluções que aumentaram os Problemas

Assim perduraram as sociedades, durante vinte séculos…
Porém, surgiram o divórcio e formas cada vez mais esdrúxulas de “famílias”; e os problemas, em vez de diminuir, aumentaram…

Assim, chegamos a uma situação na qual a família sofre duma crise global: com pretextos os mais variados, pretende-se retorcer a verdade e a julgar-se no direito de exigir de Deus que justifique os efeitos das paixões desregradas.

Onde encontrar remédio para este mal antigo?

Para um mesmo problema, vale a mesma solução. Ontem, como hoje e sempre, o homem nesta Terra nunca poderá evitar as dificuldades.

O segredo da felicidade não se encontra em não enfrentar as dificuldades, mas em como enfrentar o sofrimento delas decorrentes.

A felicidade da família bem constituída se firma na Rocha sobre a qual ela foi edificada (cf. Lc6, 48); enquanto os esposos se baseiam no amor a Deus, não temem nem vacilam; mesmo quando sofrem, estão cheios de alegria espiritual.

A chave de felicidade da sociedade consiste, pois, nela estar formada por famílias cujos cônjuges anseiam pela prática da virtude, pela santidade…

 (Adaptado da revista “Arautos do Evangelho”, nº 166)

Portugal: Médicos alertam sobre riscos de legalização da maconha para fins recreativos

Imagem referencial / Foto: Pixabay (Domínio público)

A Associação dos Médicos Católicos Portugueses (AMCP) emitiu uma nota na segunda-feira, 14 de janeiro, na qual alerta sobre os riscos da legalização da maconha (canábis) para fins recreativos e faz um apelo “ao bom senso e à responsabilidade política”.

Conforme assinala a associação, na próxima quinta-feira, 17 de janeiro, será debatido no Parlamento português projeto de lei do Bloco de Esquerda, que propõe a “legalização da canábis para fins recreativos”.

Entretanto, os médicos católicos alertam que “qualquer iniciativa política no sentido de legalizar a canábis para fins recreativos, não será uma medida eficaz para reduzir o seu consumo; pelo contrário, irá seguramente levar a um aumento do número de pessoas que consumem esta droga”.

“O Estado tem que manter uma linha de coerência política. A lei também tem uma função pedagógica, pelo que a legalização da canábis daria um sinal contraditório à sociedade, contribuindo para que muitos jovens e adolescentes desvalorizassem os riscos associados ao consumo desta droga, acabando por tornar o próprio Estado cúmplice em relação a esses danos e perigos”, sentenciam.

Nesse sentido, a nota recorda que “vários os estudos, de diferentes áreas médicas” comprovam que o uso desta droga “encontra-se associado a alterações estruturais e funcionais no sistema nervoso central, com consequências nefastas para a saúde psíquica, e com riscos aumentados em casos de consumo prolongado ou desde idade precoce”.

A Associação sublinha ainda que “não há drogas boas, já que todas elas têm riscos para a saúde, contrariando a ideia errada, principalmente junto dos mais jovens, de que o seu consumo não causa dano”.

Por isso, acrescenta, “não se justifica que venha a ser aprovada legislação, no sentido do uso de qualquer droga para fins recreativos, pois o mais importante para a saúde pública é que esse consumo seja evitado”.

Os médicos católicos também afirmam acreditar “que os responsáveis políticos não estão interessados em ficarem associados a uma resolução que daria um sinal de fragilidade e de resignação, como se devêssemos deixar de lutar por uma sociedade livre de drogas”.

Para a AMPC, “cabe às instituições públicas implementar políticas, com base em conhecimentos científicos, e não em inspiradas em ideologias, que defendam e promovam a saúde, o bem-estar físico e mental dos seus cidadãos”.

“Enquanto associação católica, a AMCP entende ainda que, para além das óbvias questões médicas, é importante reiterar mais do que nunca o alerta do Papa Francisco, de que ‘a droga é um mal e ante o mal não se pode ceder nem ter compromissos’”, conclui a nota.

Acidigital

Minha alma tem sede de Deus

É muito comum ouvir as pessoas falarem do sentimento de “vazio”, como se algo lhes faltasse. Alguns chegam a deprimirem-se, sem entenderem o porquê de seu sofrimento, até porque boa parte das pessoas não entende esse tipo de situação, julgando-a inoportuna ou fútil. Na realidade, o que muitas dessas pessoas sentem é a falta de Deus, porque suas almas estão sedentas de Deus.

Como a corça anseia pelas águas vivas, assim minha alma suspira por vós, ó meu Deus. Minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando irei contemplar a face de Deus? Minhas lágrimas se converteram em alimento dia e noite, enquanto me repetem sem cessar: Teu Deus, onde está? Lembro-me, e esta recordação me parte a alma, como ia entre a turba, e os conduzia à casa de Deus, entre gritos de júbilo e louvor de uma multidão em festa. Por que te deprimes, ó minha alma, e te inquietas dentro de mim? Espera em Deus, porque ainda hei de louvá-lo: (Salmo 41, 2-6)

A corça é um animal que consegue sobreviver por algum período sem água, isto porque faz parte de sua natureza e geralmente vive em lugares altos como, por exemplo, as montanhas. Em seu habitat dificilmente há água, o que a obriga a descer em busca do líquido precioso. Essa busca não é fácil e muitas vezes demorada, fazendo com que ela fique ansiosa pela água, pois nenhum ser vivente pode viver sem água. A comparação do salmista dá-se justamente por isso, pois nossas almas anseiam por Deus, porque ficam sedentas. A alma sem Deus é como um corpo desidratado, suspira, perde energias e deseja ardentemente saciar-se. Quando a alma não consegue encontrar-se com Deus, resigna-se, deprime-se e sente esse vazio do qual muitas pessoas falam. Assim como a corça pode morrer de sede caso não encontre água, muitas almas sedentas de Deus estão morrendo aos poucos. Temos necessidade de Deus, pois Ele é “o esposo de nossas almas”. Há um lugar em nosso coração que só Ele pode preencher.

A alma sedenta é inquieta e somente encontra refúgio quando pode deliciar-se com o imenso amor do Pai. E não há nada melhor do estar com sede e beber água até saciar-se, por isso devemos ir à verdadeira fonte, como nos disse Jesus:

Se alguém tiver sede, venha a mim e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura: Do seu interior manarão rios de água viva (Zc 14,8; Is 58,11). (João 7, 37-38)

A busca incessante de Deus deve ser o grande o objetivo de todo cristão, para que os “rios de água viva” possam brotarem nós. Cuidemos de nossas almas com o mesmo empenho que temos com nossos corpos. Quando temos fome ou sede o corpo demonstra de alguma forma, a alma também o faz. Por isso, fiquemos o mais próximo possível de Deus, para que possamos colher os frutos em nossas vidas.

Pai Eterno fazei com que enxerguemos sempre as verdadeiras fontes das águas puras que conduzem a Ti e que tenhamos forças para estar sempre ao seu lado. Amém!

Macileide Passos Alves

(Missionária  – Comunidade Mãe Imaculada)

Cáritas Brasileira lança a campanha #EuMigrante em parceria com a Signis Brasil Jovem

A Cáritas Brasileira, organismo vinculado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em parceria com um conjunto de organizações, lançou na última quinta-feira, 10 de janeiro, a Campanha #EuMigrante baseada na ideia de que migrar é um direito humano.  “Migrar diz respeito à mobilidade espacial das pessoas, ou seja, trocar de casa, de cidade, de região, de estado ou de país. Esse processo ocorre desde o início da história da humanidade. Todos nós temos, em nossas famílias, realidades migratórias, deslocamentos. Uns migram por escolha, outros são forçados a isso”, diz o texto de divulgação do projeto.

A campanha #EuMigrante tem como objetivo mostrar a realidade e o drama vivido pelos migrantes, em especial os venezuelanos, que chegam ao Brasil e será executada até o dia 30 de junho deste ano. As ações buscarão sinalizar caminhos para ajudá-los no processo de integração, como pede o papa Francisco: “acolher, proteger, promover e integrar os migrantes e os refugiados”.

A campanha faz parte do Programa Pana, que é uma iniciativa desenvolvida pela Igreja do Brasil, por meio Cáritas Brasileira, com apoio da Cáritas Suíça e do Departamento de Estado dos Estados Unidos. O objetivo de sensibilizar e mobilizar pessoas e recursos para a questão migratória no Brasil, com foco para a crise humanitária vivenciada na fronteira Brasil & Venezuela.

Fases e  momentos: A campanha #EuMigrante estrutura-se em três momentos: 1) Sensibilização; 2) Mobilização; e 3) Integração. A proposta é que ao longo do primeiro semestre de 2019, diversas ações sejam dinamizadas pelo país, buscando visibilizar a realidade migratória no Brasil a partir da ação do Projeto Pana que ao longo de um ano, visa favorecer mais de 3.500 pessoas, sendo, pelo menos, 1.224 delas migrantes venezuelanos, a partir da integração em sete capitais do Brasil: Boa Vista (RR); Brasília (DF); Curitiba (PR); Florianópolis (SC); Porto Velho (RO); Recife (PE) e São Paulo (SP). Nesse processo, 612 pessoas já estão sendo integrada nessas capitais.

As iniciativas têm como referência as Casas de Direitos, espaços onde são desdobradas as ações do Programa Pana, que estão situadas nas sete capitais. As Casas são ambientes para acolhida e garantia de direitos aos migrantes. Nesse sentido, uma equipe multidisciplinar, formada por assistentes sociais, advogados, educadores e psicólogos, atende e acompanha os migrantes.

No site da campanha eumigrante.org é possível verificar as diversas maneiras de ajudar, seja com quantias em dinheiro ou doações de móveis, eletrodomésticos, roupas e calçados em bom estado de uso, bem como produtos de limpeza e de higiene pessoal.  A Campanha #EuMigrante nasce da parceria entre a Cáritas Brasileira, que é uma instituição com mais de 62 anos de história no país, que atua como uma rede solidária, com cerca de 15 mil agentes espalhados por todo o território nacional, com a Signis Brasil Jovem que tem pouco mais de um ano de existência, um novo setor da Associação Católica de Comunicação – Signis Brasil, fundada há 10 anos.

Mais informações:
Osnilda Lima – osnilda@caritas.org.br WhatsApp (61) 98366-1235
Ricardo Alvarenga – ricardo@signisbrasil.org.br WhatsApp (98) 98275-7760
Franklin Machado – franklinecops@gmail.com WhatsApp (48) 99696-4144

CNBB

JMJ: Jovens de todo o mundo a caminho do Panamá

Jovens de todas as partes do mundo estão a caminho do Panamá para viver juntos a Jornada Mundial da Juventude, de 22 a 27 de janeiro, com o tema “Eis a serva do Senhor; faça-se mim segundo a tua palavra”

As atenções da juventude católica voltam-se para o Panamá, onde de 22 a 27 de janeiro terá lugar a Jornada Mundial da Juventude. Alguns já partiram e outros preparam-se para partir. O período universitário-escolar na Europa, impedirá que muitos jovens participem. A Polônia é o país europeu que envia o maior número de jovens ao mega evento.

Jovens de todas as partes do mundo estão a caminho do Panamá para viver juntos a Jornada Mundial da Juventude, de 22 a 27 de janeiro, com o tema “Eis a serva do Senhor; faça-se mim segundo a tua palavra” (Lc 1:38). E é grande a expectativa para o encontro com o Papa Francisco, que chegará ao Panamá no dia 23 de janeiro. Mais de 600 jovens são esperados do Uruguai, enquanto 75 jovens partirão da Dinamarca, juntamente com o bispo de Copenhague Czeslaw Kozon e o diretor da Pastoral juvenil, P. Kasper Baadsgaard-Jensen.

75 jovens dinamarqueses

 Os jovens dinamarqueses levam consigo uma iniciativa interessante que os colocou no trabalho nos últimos meses: guiados pela Irmã Teresa Piekos, prepararam para a JMJ um ícone feito de “milhares de pequenos pontos coloridos que simbolizam todas as pessoas na terra e são um sinal da comunidade universal da Igreja, a grande família de Deus”.

O título da imagem é “Amém: o sim de Maria ao projeto de Deus” e compreende uma série de símbolos que se referem aos ensinamentos do Papa Francisco sobre Maria. Um pequeno grupo de jovens havia entregue uma cópia do ícone ao Papa em setembro passado e dele recebido “uma bênção para este projeto de evangelização para a JMJ no Panamá”.

Um ícone mariano

 O ícone acabou sendo impresso em camisetas e cada jovem agora em viagem entregará “às famílias com as quais viverão durante a primeira parte do grande evento da juventude”. Assim, “de uma maneira muito específica, transmitirão a mensagem da alegria do Evangelho às famílias que os acolherão no Panamá”. O ícone também foi impresso em cartões postais que os jovens dinamarqueses distribuirão aos seus pares na JMJ.

Jovens holandeses

Por outro lado, já estão instalados na Diocese de Santiago de Veraguas, a 250 quilômetros da Cidade do Panamá, o primeiro grupo de jovens holandeses que partiu no sábado, 12 de janeiro, para participar da Jornada Mundial da Juventude (JMJ).

Outro grupo está a caminho e no total serão 130 jovens holandeses na JMJ, acompanhados pelo bispo auxiliar de Roermond, Everard De Jong, e pelo bispo Auxiliar de Haarlem-Amesterdã, Jan Hendriks. O grupo é formado por “jovens adultos”, havia explicado Bob Wegkamp, ​​coordenador da JMJ para os Países Baixos, “porque é difícil para os estudantes se libertarem neste período para uma viagem tão longa”.

Na descoberta da identidade

 E o programa dos dias pré-JMJ reflete a particularidade deste grupo que trabalhou nos meses de preparação em torno do tema “Descubra sua identidade”, interrogando-se com perguntas como: “Quem é você? Qual é o seu envolvimento social? Em que implica sua crença religiosa?”

O programa destes dias na diocese também reflete os interesses desses jovens que farão uma parada em particular para olhar o mundo das profissões (por exemplo, no setor da saúde). Para aqueles que não puderam ir ao Panamá, mas gostariam de estar conectados com a Jornada Mundial da Juventude, o serviço nacional de pastoral juvenil propõe para o fim de semana de 25-27 janeiro 2019 um “wjd @ home” (uma JMJ em casa), na ilha de Ameland.

3.500 jovens poloneses

Nestes dias, as companhias aéreas polonesas colocaram à disposição dos participantes da JMJ no Panamá alguns voos especiais que decolarão do aeroporto de Varsóvia. De fato, o grupo polonês será o mais numeroso entre os participantes europeus na grande festa da juventude. Os 3.500 peregrinos da Polônia (entre os quais 700 de Cracóvia) serão acompanhados por 200 sacerdotes, 20 sacerdotes diocesanos e cerca de 300 voluntários, metade dos quais qualificados para atendimentos de primeiros socorros.

As Jornadas diocesanas

 Na JMJ 2019 também participarão 12 bispos poloneses com o primaz da Polônia, o arcebispo de Gniezno Wojciech Polak. O diretor do Escritório JMJ, padre Emil Parafiniuk, sublinhou durante a apresentação da peregrinação que aqueles que antecipadamente viajam ao país latino-americano, de 17 a 21 de janeiro, participarão das jornadas dos jovens organizadas nas várias dioceses. Anunciando a celebração religiosa presidida pelo primaz polonês na cidade do Panamá em 23 de janeiro, padre Parafiniuk expressou a esperança de que os habitantes do país anfitrião participem da liturgia.

As relíquias de João Paulo II

 No dia 26 de janeiro, no âmbito da JMJ, está prevista a colocação das relíquias de São João Paulo II no altar da Catedral do Panamá, que será depois consagrada pelo Papa Francisco. A presença polonesa no Panamá será enriquecida também com três exposições dedicadas ao Papa polonês, às tradicionais representações de Nossa Senhora e à família de Ulma de Markowa,  que foi assassinada pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial por ter ajudado os judeus que fugiam do Holocausto.

59 jovens da Úmbria

 Da Itália, partirão 900 jovens. Em particular, da Úmbria irão 59 jovens. No total nacional, as regiões com maior número de participantes são Triveneto, Lombardia, Piemonte, Marcas e Úmbria. Das igrejas diocesanas da terra de São Bento e São Francisco terá início, partirão então para o Panamá, a partir de 16 de janeiro, 59 pessoas, incluindo jovens e sacerdotes que os acompanham. O episcopado da Úmbria será representado pelo cardeal Gualtiero Bassetti, arcebispo de Perugia-Città della Pieve e presidente da Conferência Episcopal Italiana.

Uma ocasião de festa

“Jornada Mundial da Juventude – diz Dom Renato Boccardo, arcebispo de Espoleto-Núrsia e presidente da Conferência dos Bispo da Úmbria – é sempre uma ocasião de festa, de reflexão, de interculturalidade. Portanto, um momento que oferece preciosos estímulos formativos humanos e cristãos. Faço votos então aos jovens da Úmbria, que saibam aproveitar com sabedoria este ‘tempo de graça’, para que,  ao retornarem para casa,  sejam diariamente cada vez mais portadores credíveis e testemunhas alegres da mensagem evangélica para a construção da civilização do amor também nesta nossa região.”

“Panamá chama Turim!”

Já a Arquidiocese de Turim propõe o evento “Panamá chama Turim!”, para permitir que os jovens possam participar, embora à distância, ao encontro mundial com o Papa Francisco. A acolher a iniciativa, a partir das 18 horas do dia 27 de janeiro, será o Centro da Pastoral juvenil, com uma noite festiva, conectada ao vivo com os jovens no Panamá, uma reprise da experiência e das mensagens com o arcebispo Cesare Nosiglia e a animação do Coral Hope.

Vatican News

A pessoa certa

“O empresário certo é o que investe em seus funcionários nos momentos incertos; o funcionário certo é o que aposta na empresa nos momentos incertos; os colegas certos são os que permanecem lutando, junto com você, nos momentos incertos; o amor certo é o que está ao seu lado, chova ou faça sol, nos momentos incertos.

Nos momentos de sua vida nos quais tudo está indo bem e dando certo, as pessoas erradas se aproximam. Você não as notará, porque está tudo certo. Verá o melhor delas, porque está tudo certo. Gostará mais delas, porque está tudo certo.

Será mais fácil de iludir você, sua empresa, departamento ou até toda a sua família, amigos e colegas, porque está tudo certo.

Como um cruzeiro em um iate, todos nós sofremos uma certa dose de “ilusão das férias de verão” quando conhecemos alguém, seja na vida profissional ou pessoal, com a qual só experimentamos momentos de calmaria, de festas, de alegria. Momentos muito bons, mas nos quais é impossível separar o “joio do trigo”.

Momentos nos quais só vemos o melhor ângulo da personalidade de uma namorada (ou namorado), um funcionário, um sócio, um parceiro. Temos, portanto, uma visão perigosamente bidimensional.

Muitos casamentos se acabam, quando marido e mulher descobrem que a personalidade da outra pessoa é muito mais complexa do que podia ser visto durante a fase de namoro e noivado – especialmente quando aquela fase não ofereceu “crises” para testar o casal. Os dois só viram o “trigo”, antes do casamento, descobrindo o “joio” depois. Sim, há casos em que o joio é visto bem antes, mas alguns de nós fazemos questão de fingir que não estão vendo nada, ou que depois essa pessoa mudará…

Quantas pessoas que você considerava “grandes amigos”, não se afastaram imediatamente, assim que você perdeu aquele emprego?

Sim, é impossível avaliar amigos, colegas, funcionários e amores sem o teste das crises. Para conhecer realmente essa pessoa, você tem que observá-la quando o iate entrar em uma tempestade gigantesca no meio do oceano, quando o navio estiver sob risco de afundar, e um grupo de piratas começar a destruir tudo e invadir a nau.

Neste momento, você verá, de modo cristalino, quem é que corre para os botes salva-vidas esquecendo-se completamente de você, da empresa ou do projeto, e quem está com você até o fim – seja este fim qual for.

Por isso, antes de julgar alguém pelo belo sorriso em um dia de sol, veja se o sorriso ainda está lá, mesmo que haja lágrimas em um dia de chuva.

Como explicou Pablo Neruda: ‘A pessoa certa é a que está ao seu lado nos momentos incertos’” Anônimo.

Retirado do livro: “100 Mensagens para Alma”. Prof. Felipe Aquino. Ed. Cléofas.

Vaticano anuncia dois novos documentos sobre migração e refúgio

Os documentos serão apresentados na próxima quinta-feira, 17

A Santa Sé anunciou neste sábado, 12, que na próxima quinta-feira, 17, o Vaticano apresentará dois novos documentos sobre migrantes e refugiados do Departamento para o Serviço de Desenvolvimento Humano Integral. Os documentos serão: “Diretrizes Pastorais sobre o Tráfico de Pessoas” ( Orientações Pastorais sobre o Tráfico Humano) e “Luzes nas Ruas da Esperança” – Ensinamentos do Papa Francisco sobre migrantes, refugiados e tráfico humano.

O primeiro documento é o resultado de um processo de consulta com as Conferências Episcopais, congregações e organizações religiosas católicas. Nele consta uma série de orientações pastorais a fim de compreender, reconhecer, prevenir e erradicar o tráfico de pessoas, além de proteger as vítimas e promover a reabilitação de sobreviventes.

O segundo documento é uma coleção de ensinamentos do Magistério do Papa Francisco de migrantes, refugiados, copilados desde o início de seu pontificado, até o final de 2017. O plano de ação é acoplado com uma versão eletrônica do programa de pesquisa, disponível no site da Santa Sé, que será atualizado regularmente a cada seis meses, incorporando os novos ensinamentos pontifícios.

Apresentarão os documentos o Prefeito do Dicastério para Comunicação, Paolo Ruffini, o Subsecretário da Seção de Migrantes e Refugiados do Departamento para o Serviço de Desenvolvimento Humano Integral, Fabio Baggio, e o Subsecretário da Seção de Migrantes e Refugiados do mesmo Dicastério, padre Michael Czerny.

Canção Nova, com Boletim da Santa Sé