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Católico pode “pular” carnaval?

Para começar a ser feliz hoje mesmo

Se você já procurou outros caminhos e não deram certo, que tal tentar seguir estes conselhos? Eu garanto: você não perde nada – e pode ganhar tudo!

felizEnquanto você continuar procurando obsessivamente a felicidade, nunca a encontrará, porque, nesta busca, você acaba se centrando em si mesmo e querendo que o mundo gire ao seu redor.
A felicidade é o perfume que exala da nossa vida quando estamos construindo um grande sonho, ainda que, no dia a dia, em nossos pequenos atos, a impressão seja de que estamos colocando pedras insignificantes e sem valor.
A felicidade se fortalece quando parte da nossa liberdade, quando assumimos livremente compromissos que nos fazem crescer. É mais feliz aquele que faz escolhas, que se compromete com a vida.
Como é importante educar o coração para a vida, para a generosidade, para a entrega! Quem guarda acaba perdendo. Quem doa sai ganhando. Quão importante é tirar o “eu” do primeiro plano e colocar o “você” no centro!
Deixar de pensar somente no que nós gostaríamos, e procurar amar com liberdade aquelas pessoas que Deus coloca em nosso caminho.
Feliz é aquele que sabe enxergar Deus em sua vida, e o vê como um Pai que cuida do seu caminho. Feliz é aquele que se torna pacificador, conciliador, que semeia unidade.
Feliz é aquele que busca dar a vida sem esperar nada em troca, sem pretender que os outros aplaudam seu gesto. Aquele que ama como Jesus o faria.
Feliz é aquele que não fica contando as vezes que lhe fizeram mal, nem as vezes em que praticou o bem. Aquele que “não sabe contar”.
Feliz é aquele que não inveja o que não tem, e não se empenha em conseguir o que é impossível.
Feliz é aquele que aceita com um sorriso a cruz que carrega. Aquele que apoia quem sofre, que alegra o triste e dedica sua vida a fazer os outros felizes.

Feliz é aquele que olha com pureza a vida dos outros, sem julgá-la, sem condená-la, sem criticá-la em seu coração. Aquele que se alegra com o que tem, que não espera mais do que pode e não deseja o que não lhe convém.
Feliz é aquele que se levanta quando cai e não se justifica, não coloca a culpa em Deus ou nas circunstâncias. Aquele que não recrimina os outros por sua suposta falta de preocupação pela vida.
Feliz é aquele que abraça sem esperar ser abraçado. Aquele que sorri sem esperar sorrisos. Quem cura sem querer ser curado. Quem escuta mesmo quando tem vontade de falar. E fala mesmo quando prefere o silêncio.
Feliz é aquele que sorri em meio à tempestade. E não deixa de caminhar, apesar do cansaço. Aquele que exalta os que o rodeiam, que ama com um amor que enaltece. E enxerga o Jesus escondido em tantos rostos.
Feliz é aquele que descobre o sentido da sua vida, o que precisa fazer para ser mais humano. Aquele que sabe renunciar com humildade, sem considerar-se importante demais.
Feliz é aquele que perde sem temer o vazio. Quem não retém o amor que lhe oferecem. E não aprisiona as pessoas a quem ama.
Feliz quem sabe renunciar aos seus sonhos. Por amor, por obediência. Quem acolhe com um sorriso a dor da ausência. E sabe criar raízes no lugar onde se encontra.
Feliz é aquele que ama mais. E que é mais perdoado.
Feliz é aquele que sorri, espera e confia.

Padre Carlos Padilla

Instalada no Brasil primeira comunidade da congregação de Santa Faustina Kowalska

faustA Igreja do Rio de Janeiro acolheu a celebração de instalação canônica da primeira comunidade da Congregação das Irmãs de Nossa Senhora Mãe da Misericórdia no Brasil, a mesma que Santa Faustina Kowalska fez parte. A cerimônia ocorreu no Educandário Gonçalves de Araújo, em São Cristóvão.

De acordo com o Cardeal Arcebispo Orani João Tempesta, a missão da congregação será destinada, inicialmente, ao trabalho e evangelização de crianças. Contudo, já existem jovens que desejam ingressar e realizar uma experiência vocacional na congregação.

“A congregação exerce uma atração muito grande para as vocações. Já havia pedidos de muitas jovens que gostariam de fazer essa experiência. Além disso, elas possuem um trabalho muito importante com crianças. Surgiu, assim, a necessidade de uma instituição com um trabalho destinado às crianças, então convidamos as irmãs. Elas vão cuidar do Educandário Gonçalves de Araújo, junto à Irmandade do Santíssimo Sacramento da Candelária e, ao mesmo tempo, de todas as jovens que estão interessadas em consagrar-se a Deus, no carisma dessa congregação”, afirmou.

A Congregação das Irmãs de Nossa Senhora Mãe da Misericórdia tem como carisma o trabalho com a misericórdia, auxiliando pessoas que se encontram perdidas na vida, trazendo-as novamente a Jesus Cristo. Na Polônia, por exemplo, o trabalho é realizado especificamente com meninas em situação de vulnerabilidade social.

Para a irmã Solange Diniz, a fundação da congregação é a realização de um desejo que ela carrega desde o dia em que embarcou para a Polônia a fim de viver conforme os ensinamentos deixados por Santa Faustina.

“Quando ingressei na congregação, na Polônia, em 1997, já sentia o desejo de trazê-la ao Brasil, fundando uma casa no Rio de Janeiro. Esse desejo existe há 20 anos. Ainda não consigo acreditar no que está acontecendo, tudo ainda é muito novo. Sinto uma grande alegria em realizar essa missão, tendo a oportunidade de difundir a mensagem de Jesus Misericordioso diretamente da fonte, de onde nasceu. Apesar de toda sua simplicidade, Santa Faustina foi escolhida para relembrar ao mundo inteiro uma verdade muito antiga, presente nas Sagradas Escrituras: a misericórdia é maior que a justiça”, declarou.
Por sua vez, a madre-geral, Petra Kowalczyk, ressaltou que a vontade de Deus está sendo realizada através do “sim” da congregação para a missão no Rio de Janeiro.

“Sinto uma alegria muito grande. Esse já era um desejo da irmã Solange e que agora se concretiza. Também está sendo realizada a vontade de Jesus Cristo que, através de Santa Faustina, transmite essa mensagem ao mundo inteiro ao realizar essa missão através da palavra, da oração e de um trabalho com crianças”.

Da redação Gaudium Press, com informações Arquidiocese do Rio de Janeiro

A alegria Cristã

Girl jumping with scarf

Girl jumping with scarf

Há umas palavras muito bonitas no livro de Neemias, que se leem com frequência na Liturgia das Horas: A alegria do Senhor será a vossa força (Ne 8, 10). Jesus nos fala dessa “alegria do Senhor”, a garante e a potencia infinitamente com a sua Ressurreição e com a graça do Espírito Santo: Hei de ver-vos outra vez [quando aparecer ressuscitado], e o vosso coração se alegrará e ninguém vos tirará a vossa alegria (Jo 16,23; cf. Jo 20,20 e Gl 5,22).

A tristeza enfraquece-nos, a nós e aos que nos cercam. Debilita o ânimo, amolece as forças e desperta o mau humor. Uma pessoa triste cria um ambiente soturno. Já dizia, no século II, um dos mais antigos escritores cristãos: <<Afasta de ti a tristeza. Não entendes que a tristeza é pior do qualquer outro estado de ânimo, que é a coisa que mais desanima e que repele o Espírito Santo? Uma pessoa alegre pratica o bem, gosta das coisas boas e agrada a Deus. O triste, pelo contrário, sempre age errado>> (Pastor de Hermas, Mand. 10,1.1; 3.1).

A alegria, antítese da tristeza, enche-nos de vitalidade e levanta o ânimo dos outros. É dinâmica. Pode-se dizer que uma pessoa alegre faz sair o sol em qualquer lugar onde se encontra.

Mas, talvez nos perguntemos: “É possível a alegria como um bem estável da alma, como algo permanente? Não é, na realidade, como um vagalume, uma luzinha efêmera que só pisca de vez em quando e por uns instantes na escuridão?”

Deus nos responde que não.

– Lembremos as palavras já citadas de Jesus na Última Ceia: Vós, sem dúvida, agora estais tristes. Mas hei de ver-vos outra vez, e o vosso coração se alegrará e ninguém vos tirará a nossa alegria (Jo 16,22).

– Ouçamos o que diz São Paulo aos que acabavam de abraçar a fé cristã: Nós estamos sempre contentes! (2Cor 6,10).

– Escutemos o “mandamento da alegria” de São Paulo aos filipenses: Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito: alegrai-vos!… O Senhor está próximo. Não vos inquieteis com coisa alguma! (Fl 4, 4-6).

Será possível essa alegria?

Essa é a pergunta que se fazia Bento XVI, ao iniciar, com uma meditação, Sínodo dos Bispos de 2005. Acabavam de lidar, na Liturgia da Hora Terça, as palavras com que Paulo termina sua segunda carta aos Coríntios: Por fim, irmãos, vivei com alegria…, animai-vos…, vivei em paz. E o Deus do amor e da paz estará convosco (2Cor 13,11). O Papa fez o seguinte comentário:

<<É possível ordenar, manda desta forma a alegria? A alegria, poderíamos dizer, vem ou não vem, mas não pode ser imposta como um dever. Neste ponto, ajuda-nos a pensar o texto mais conhecido sobre a alegria das cartas paulinas: Alegrai-vos sempre no Senhor. O Senhor está perto” [refere-se a Fl 4,4, acima citado}.

>>Se a pessoa amada, se o amor, o maior dom da minha vida, estiver próximo de mim, se eu puder ter a certeza de que aquele que me ama – Deus – está perto de mim também nos momentos de tribulação, então poderá manter-se firme no meu coração uma alegria maior do que todos os sofrimentos>> (Meditação, 3/10/2005).

No mesmo sentido, o Papa Francisco afirma, com a leveza jovial de quem habitualmente está de bom humor: <<A alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus […]. O Evangelho, onde resplandece gloriosa a Cruz de Cristo, convida insistentemente à alegria […] Reconheço que a alegria não se vive da mesma maneira em todas as etapas e circunstâncias da vida, por vezes muito duras. Adapta-se e transforma-se, mas sempre permanece pelo menos como um feixe de luz que nasce da certeza pessoal que, não obstante as aparências contrárias, somos infinitamente amados>> (Encíclica Evangelii Gaudium nn. 1.5.6).

Amor e Alegria

Deus nos ama. Somos seus filhos muito amados (Ef 5,1). Ele está sempre perto de nós. Nós é que podemos afasta-nos dele, e então a tristeza baixa ao coração. Como dizia São Josemaria [não se referia, como é lógico, à tristeza sem culpa, patológica, que procede da depressão]: <<A alegria é um bem cristão. Só desaparece com a ofensa a Deus, porque o pecado é fruto do egoísmo e o egoísmo é causa de tristeza>> (Caminho, n. 662).

Quer dizer que, para estarmos alegres e alegrar os demais, é preciso que aumente o nosso amor a Deus – a nossa vida de oração, o nosso amor à Eucaristia, a nossa mortificação por amor, a nossa luta pelas virtudes -, e que vençamos o egoísmo, correspondendo generosamente ao amor que o Espírito Santo derrama em nossos corações (cf. Rm 5,5 e Gl 5,22).

O Bom Humor

Quem tem alegria, tem bom humor. <<Onde quer que a alegria esteja ausente, onde quer que desapareça o sendo de humor, com certeza ali não estará o espírito de Jesus>> (J. Ratzinger, Princípios teológicos). Não se trata do humorismo sarcástico, irônico, que agride e humilha os outros. Mas do bom humo amável, que faz bem como um bálsamo que suaviza as asperezas da vida.

Como andamos de bom humo lá e casa? E no ambiente de trabalho, entre colegas e amigo? E, em geral, com todas as pessoas com quem temos contato, mesmo que seja ocasional? Ficamos de cara fechada, com reações bruscas, queixas, gestos antipáticos e respostas ríspidas? Ou temos uma amabilidade sorridente, como a de Cristo ressuscitado, que só com a sua presença fazia brotar a alegria: Alegraram-se os discípulos ao ver o Senhor (Jo 20,20)?

O Papa Francisco, usando uma expressão popular, tem repetido que o cristão não pode ter <<cara de vinagre>>. Se tivermos vinagre no coração precisamos limpá-lo e enxuga-lo bem, sobretudo melhorando a nossa oração, como dizia Santo Agostinho e o Papa Bento XVI recordava na sua encíclica sobre a esperança (Spe salvi, n.33).

Quem é que tem vinagre no coração? Aquele que vive como descrevem estas palavras: <<Não és feliz porque ficas ruminando tudo como se sempre fosse tu o centro: é que te dói o estômago, é que te cansas, é que te disseram isto ou aquilo… – Já experimentaste pensar nEle e, por Ele, nos outros?>> (Sulco, n. 74).

Quem limpa o vinagre? Aquele que descobriu o que se lê em outro pensamento do mesmo livro: <<Talvez ontem fosses uma dessas pessoas amarguradas nos seus sonhos, decepcionadas nas suas ambições humanas. Hoje, desde que Ele entrou na tua vida – obrigado, meu Deus! -, ris e cantas e levas o sorriso, o Amor e a felicidade aonde quer que vás>> (n. 81).

As almas cristãs, sobretudo os santos, nos dão exemplos maravilhosos desse bom humor que procede da caridade e da luta espiritual. Não considere os exemplos que vou mencionar a seguir como legendas áureas, dignas de admiração e impossíveis de imitar; mas como mensagens de Deus que batem no seu coração, e lhe dizem: “E você…, como vive a alegria diante das situações difíceis?”.

Alguns exemplos de Santos

– São Filipe Neri, Pippo il buono, que muitos veneravam como santo ainda em vida, às vezes “se fazia de louco” com palhaçadas ingênuas e até grotescas, <<para sabotar em si – como diz um escritor – a tentação do orgulho, pois o riso, às custas de si mesmo, libera do inchaço da vaidade e atrai alegremente todos para Deus>>. Como é bom saber rir de si mesmo, sem dar importância aos nossos “méritos”, nem aos nossos “dramas” e “tragédias” cotidianos.

– São Josemaria Escrivá referiu certa vez o que lhe aconteceu quando ainda era um jovem padre. Por causa de uma contrariedade forte, <<irritei-me… e depois me irritei por ter-me irritado>>. Nesse estado de ânimo, indo pelas ruas de Madrid, passou por uma daquelas máquinas que faziam seis fotografias rápidas por quatro tostões, e Deus lhe inspirou uma ideia. Entrou na cabine e tirou as fotografias. Dizia que olhou para elas, e <<estava engraçadíssima com a cara de irritação!>>, rasgou cinco fotos e guardou a sexta na carteira durante um certo tempo. <<De vez em quando – comentava -, olhava-a para ver a cara de irritação: “Que bobo!”, dizia para mim>>.

– É célebre o impressionante exemplo de humor de São Thomas More, chanceler da Inglaterra, quando ia ser decapitado por ter-se oposto a aderir ao cisma religioso provocado pelo rei Henrique VIII. Quando inclinava a cabeça sobre o talho, olhou para o carrasco e disse-lhe: <<Ânimo, rapaz! Não tenhas medo de cumprir o teu dever. O meu pescoço é muito curto. Cuida, pois de não cortá-lo de lado, para que não fique abalado o teu prestígio>>. E depois acrescentou: <<Deixa-me ajeitar a barba, não aconteça que também a cortes. Ela nada tem nada a ver com isso>>.

Um precedente muito antigo de Sir Thomas é o do diácono de Roma São Lourenço, martirizado no ano de 285. Segundo conta Santo Ambrósio, foi queimado a fogo lento, deitado numa grelha. Brincado com os verdugos, disse em certo momento: “Este lado já está assado, podem virar-me para o outro”.

Após refletir sobre esses exemplos – quatro entre muitos – talvez seja bom terminar este capítulo transcrevendo uma oração “para pedir o bom humor” composta por São Thomas More. Diz-se que a rezava todos os dias:

– <<Dai-me, Senhor a saúde do corpo e, com ela, o bom senso para conservá-la o melhor possível. Dai-me, Senhor, uma boa digestão e também algo para digerir. Dai-me uma alma santa, Senhor, que mantenha diante dos meus olhos tudo o que é bom e puro. Dai-me uma alma afastada do tédio e da tristeza, que não conheça os resmungos, as caras fechadas, nem os suspiros melancólicos… E não permitais que essa coisa que se chama o “eu”, e que sempre tende a dilatar-se, me preocupe demasiado. Dai-me, Senhor, o sentido do bom humor. Dai-me a graça de compreender uma piada, uma brincadeira, para conseguir um pouco de felicidade e para dá-la de presente aos outros. Amém>>.

Retirado do livro: “Tornar a Vida Amável”. Francisco Faus. Ed. Cléofas e Cultor de Livros.

Governo dos Estados Unidos revoga “banheiros transexuais” de Obama

Os Departamentos de Justiça e de Educação dos Estados Unidos revogaram no dia 22 de fevereiro a norma que obrigava as escolas públicas do país a terem “banheiros transexuais” em suas instalações.

genO Procurador-geral Jeff Sessions, em um comunicado publicado no site do Departamento de Justiça, explicou que isto ocorreu porque as normas dos banheiros transexuais “não contêm suficiente análise legal”.

Em 13 de maio do ano passado e durante os últimos meses do governo de Barack Obama, o Departamento de Justiça e o Departamento de Educação dos Estados Unidos assinalaram que “como condição para receber recursos federais”, embora uma escola pudesse ter “instalações separadas de acordo com o sexo (…), deve permitir que estudantes transexuais acessem essas instalações de acordo com a sua identidade de gênero”.

Isto implicaria que os meninos que se identificassem com o gênero feminino poderiam utilizar o banheiro e vestuário de mulheres, enquanto as meninas que se identificassem com o gênero masculino poderiam acessar as instalações dos homens.

Mais de 20 estados denunciaram o governo de Obama por esta medida e um juiz federal bloqueou a sua execução em agosto de 2016.

Em seu comunicado, Sessions destacou que “o Departamento de Justiça tem o dever de fazer com que se cumpra a lei” e precisou que “o Congresso, as leis estaduais e governos locais estão em condições de adotar políticas ou leis apropriadas abordando este tema”.

O Procurador-geral destacou o seu compromisso com a proteção “de todos os alunos, incluindo os alunos LGBTQ (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e queer), da discriminação, intimidação e do assédio”.

Por sua parte, em um comunicado de imprensa, a Casa Blanca assinalou que o presidente Donald Trump “acredita que as políticas em relação aos banheiros transexuais deveriam ser decididas a nível estadual”.

A decisão conjunta dos Departamentos de Justiça e de Educação, indicou a Casa Blanca, “abre passo para a realização de um processo aberto e inclusivo a nível local com a contribuição dos pais, alunos, professores e administradores”.

Betsy DeVos, secretária de Educação dos Estados Unidos, assinalou que “temos a responsabilidade de proteger cada aluno nos Estados Unidos e garantir que eles tenham a liberdade para aprender e prosperar em um ambiente seguro e confiável”.

“Isto não é simplesmente uma proteção federal, mas uma obrigação moral que nenhum indivíduo, escola, distrito ou estado pode renunciar”, disse.

A norma dos banheiros transexuais do governo de Obama, criticou, “deu início a várias questões legais. Como resultado, um tribunal federal em agosto 2016 emitiu uma ordem judicial a nível nacional, impedindo o Departamento de realizar uma parte de sua aplicação”.

“Este é um tema que será resolvido melhor a nível estadual e local. As escolas, comunidades e famílias podem encontrar – na maioria dos casos já encontraram – soluções que protegem todos os alunos”, assinalou.

Acidigital

Caridade do Papa ajuda produtores de áreas atingidas por terremoto

Restos da Basílica de São Bento em Núrcia, uma das localidades mais atingidas pelos terremotos - ANSA

Restos da Basílica de São Bento em Núrcia, uma das localidades mais atingidas pelos terremotos – ANSA

Por indicação do Papa Francisco, a Esmolaria Apostólica esteve estes dias nas zonas atingidas pelos terremotos que têm abalado o centro da Itália para adquirir de pequenos revendedores produtos alimentares típicos das áreas atingidas. A queda no comércio após os abalos sísmicos tem levado esses revendedores a um período de grandes dificuldades.

De comum acordo com os bispos de Rieti, Dom Domenico Pompili; de Ascoli Piceno, Dom Giovanni D’Ercole; de Camerino-San Severino Marche, Dom Francesco Giovanni Brugnaro; e de Spoleto-Norcia, Dom Renato Boccardo, foi feito um levantamento identificando alguns grupos de camponeses, agricultores e produtores cujas empresas correm o risco de fechar por causa dos danos provocados pelo terremoto.

Produtos adquiridos doados a refeitórios caritativos

A Esmolaria Apostólica comprou uma grande quantidade de produtos desses grupos com a intenção, expressa pelo Santo Padre, de ajudá-los no prosseguimento de suas atividades.

Trata-se de um gesto em linha com o magistério do Papa Francisco que reiteradas vezes, em seus encontros, recordou que “quando não se ganha o pão, se perde a dignidade”.

Todos os produtos adquiridos foram imediatamente distribuídos a vários refeitórios caritativos da cidade de Roma para a preparação de refeições diariamente doadas às pessoas necessitadas e sem morada fixa.

Ajudar a reaquecer a economia das áreas atingidas

Já de há alguns meses no supermercado situado na Cidade do Vaticano, reservado aos funcionários vaticanos, é possível adquirir alguns produtos típicos das áreas atingidas pelos terremotos, contribuindo desse modo para reaquecer a economia daquela parte central da Itália ainda em dificuldades

Rádio Vaticano

Confiai-lhe todas as vossas preocupações

A palavra ‘preocupação’ tem origem do latim ‘praeoccupatio, -onis’, que quer dizer ocupação prévia, ou seja, aquele que se preocupa emprega seu tempo inquietando-se com alguma coisa. Geralmente, a preocupação é associada a algum medo ou receio, pois a pessoa ocupa-se antecipadamente com algum temor, mas a palavra do Senhor nos diz:

“Confiai-lhe todas as vossas preocupações, porque ele tem cuidado de vós” (I Pd 5, 7).

preocAtualmente muitas pessoas vivem mergulhadas em preocupações. Têm medo de não atingir algum objetivo, têm medo de não conseguir honrar seus compromissos, têm medo do resultado de um exame, de uma prova, de sofrer algum acidente, enfim… As pessoas preocupam-se antecipadamente e esquecem-se do cuidado que Deus tem por nós. É necessário que o cristão perceba que a preocupação desvia o nosso olhar de Deus, pois aquele que se pré-ocupa com algo se inquieta e não consegue discernir bem as coisas ao seu redor.

Infelizmente a preocupação exagerada termina sendo uma cilada do inimigo, que nos impede de enxergar o grande amor que Deus tem por cada um nós.

“ Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar.

Resisti-lhe fortes na fé. Vós sabeis que os vossos irmãos, que estão espalhados pelo mundo, sofrem os mesmos padecimentos que vós.00

O Deus de toda graça, que vos chamou em Cristo à sua eterna glória, depois que tiverdes padecido um pouco, vos aperfeiçoará, vos tornará inabaláveis, vos fortificará”. (I Pd 5, 8-10)

É interessante como Pedro associou a preocupação como uma ação do mal, no entanto aponta o meio eficaz para combatê-la: a confiança. Precisamos confiar em Deus em todas as situações, principalmente quando temos muitas preocupações. Devemos confiá-las ao Senhor, que cuida de seus amados filhos. Assim como os primeiros cristãos também passamos por muitos padecimentos, cada um nas suas particularidades, mas isso não pode nos afastar de Deus, do contrário deve nos fortalecer e nos aperfeiçoar.

Há quem pense que a vida estressada e cheia de preocupações é fruto dos tempos atuais, mas não! Desde o princípio o homem vive cercado de receios, mas o próprio Jesus advertiu:

 “Portanto, eis que vos digo: não vos preocupeis por vossa vida, pelo que comereis, nem por vosso corpo, pelo que vestireis. A vida não é mais do que o alimento e o corpo não é mais que as vestes?

Olhai as aves do céu: não semeiam nem ceifam, nem recolhem nos celeiros e vosso Pai celeste as alimenta. Não valeis vós muito mais que elas?” (Mt 6, 25-26)

Imaginemos que naquela época os homens tinham muitos motivos para angustiarem-se, pois não havia empregos estáveis, previdência social, seguros, enfim era realmente necessário confiar na graça de Deus, assim como as aves, que mesmo sem celeiros encontram alimentos e desfrutam do cuidado de Deus.

Deste modo, somos convidados a confiar ainda mais em Deus, deixando que ele cuide de nós. Muitos de nós não temos deixado que isso aconteça, mas o Senhor nos ama incondicionalmente e está sempre ao nosso lado em todas as circunstâncias.

 Macileide Passos Alves

(Missionária – Comunidade Mãe Imaculada)